1 de set de 2016

Sugestão: Medição Individualizada de gás em condomínios: Economia e valorização do imóvel

MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA DE GÁS PROPORCIONA ECONOMIA E COMODIDADE
Liquigás Distribuidora disponibiliza sistema para 11 estados e Distrito Federal
Tendência no mercado de construção imobiliária, tanto residencial quanto comercial, os sistemas de medição individualizada trazem ganhos para todos os membros de um condomínio, como a cobrança pelo consumo efetivo de cada condômino, evitando o famoso rateio entre os moradores, e o uso mais racional da água e do gás. Este tipo de serviço, além de proporcionar comodidade, pode influenciar na valorização do imóvel.
Acompanhando o crescimento desse segmento, a Liquigás Distribuidora já expandiu o Sistema de Medição Individualizada para 11 estados brasileiros, como Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, além do Distrito Federal.
O sistema de Medição Individualizada de gás liquefeito de petróleo (GLP) da Liquigás Distribuidora assegura ao cliente o pagamento da conta com valor correspondente ao que foi consumido na própria residência ou estabelecimento comercial, sem que tenha que arcar com custos de outros condôminos que consomem mais gás ou que estejam inadimplentes.
Além de evitar desentendimentos por causa do rateio da conta, o sistema de medição individualizada também incentiva os moradores a economizar no uso do gás, uma vez que permite ao usuário maior controle dos seus gastos.
Todos os medidores de GLP contam com código de barras, o que garante identificação rápida e segura do consumidor, sendo que a tecnologia utilizada pela Liquigás permite a emissão da conta no momento da leitura, sem que ocorra extravio de contas. Além disso, a tecnologia é dotada de demonstrativos que comparam o consumo atual com a média de consumo dos meses anteriores, antes da emissão da conta. Caso o resultado obtido seja diferente ou muito superior à média, a leitura é apenas registrada e enviada para análise. Somente após todas as divergências serem sanadas, ocorre a emissão da conta.
Para a instalação da Medição Individualizada, o prédio precisa possuir ou providenciar prumadas e medidores. Caso não haja medidores, a Liquigás pode estudar com o cliente a possibilidade de fornecimento em regime de comodato. Além dos medidores e prumada, é necessária a instalação de uma Central de Gás, que é disponibilizada ao cliente normalmente em regime de comodato, ficando a Liquigás responsável por realizar a manutenção e reparos na Central em visitas programadas.

5 de jun de 2016

Monitoramento à distância: mais um problema contra a segurança

Tendo em vista os problemas causados pela terceirização e pela ausência de um funcionário capacitado na portaria, empresas de monitoramento à distância têm perdido espaço em condomínio.
Há dois anos, uma nova proposta de portaria se tornou uma tendência na época mas, felizmente, foi algo passageiro . A ideia de encher o condomínio de câmeras, dispensar os funcionários e monitorar tudo de um escritório em outro endereço seduziu muitos síndicos.

"E sempre que surgem essas 'idéias milagrosas',  elas vêm com o discurso apelativo de que só é possível reduzir custos no condomínio se os funcionários forem dispensados," comenta Paulinho, que conhece há anos a realidade dos condomínios e sabe que a vida desses locais só e possível com mão de obra qualificada contratada pelo prédio. "Os moradores tem que se conscientizar que contratar um bom profissional não é custo , mas sim investimento", enfatiza.

Nos últimos meses, dezenas de locais que instalaram o monitoramento á distancia estão se desligando e voltando a contratar a portaria tradicional. Em um condomínio em Santo Amaro, local onde o zelador foi mantido e os porteiros dispensados, a vida ficou praticamente insustentável. De acordo com o zelador, que pediu para não ser identificado, quase tudo que os porteiros faziam foi transferido para ele e a empresa contratada se limitava a abrir o portão.

"Quando chegava uma correspondência, por exemplo, e o morador não estava no condomínio, eu era chamado para recebê-la; quando vinha um prestador de serviço, eu era chamado para atendê-lo; eu não tinha mais sossego e não conseguia fazer o meu próprio serviço, porque o movimento numa portaria de prédio é sempre intenso" explica o zelador, sócio do Sindifícios  há 18 anos.

Para ele, a situação começou a melhorar no começo de maio: "Felizmente o síndico percebeu o que eu vinha vivendo e que essa portarias à distância não proporcionou benefício algum ao prédio; assim, cancelou o contrato com a empresa é já contratou três novos porteiros", fala satisfeito.
E você, que atua em condomínio, fale com o síndico a respeito. Mostre para ele as vantagens de ter funcionários próprios atuando satisfeitos.   

Fonte: informativo do SindifÍcios: Sindicato do trabalhadores em edifícios de São Paulo.

12 de mai de 2016

Confira 10 dicas para evitar multas no condomínio

Não alterar a fachada e a área comum são dicas básicas.
Respeitar os horários de silêncio estabelecidos na Convenção é importante.
Morar em condomínios é uma opção que exige saber viver em comunidade e, principalmente, respeitar o espaço alheio e o coletivo. Como medida para evitar que certas atitudes atrapalhem o convívio, os condomínios costumam multar quem faz barulho fora de hora, desrespeita o espaço comum dos condôminos, entre outras transgressões à convenção coletiva.

Saber respeitar as regras do condomínio, a privacidade e liberdade dos demais moradores é imprescindível para uma boa convivência e também para evitar multas. No caso de imóveis locados, é muito comum que o síndico entre em contato com a imobiliária para relatar o problema e pedir que a empresa tome uma medida.
“Brigas e discussões entre família, que perturbam o silêncio, e cachorros de grande porte em apartamentos são algumas das principais causas de desavenças entre vizinhos. Apesar de não ser de alçada da imobiliária, alguns síndicos costumam ligar para nós para reclamar de problemas de boa convivência. Quando isso acontece, indicamos para o locador quais são seus direitos no condomínio e como ele faz para exercê-los”, conta Charles Bitencourt, diretor comercial da Betha Espaço.

Segundo Marco Aurélio, diretor da empresa Marco Condominial, administradora de condomínios, a regra número um para viver bem em um condomínio é ter bom senso. “O convívio em condomínios, que possuem áreas privativas e áreas comuns, exige civilidade e tolerância das pessoas. Outra regra importante é conhecer bem as regras do seu condomínio, como os horários para uso das áreas comuns, se pode levar visitante para a piscina ou não. Só é correto exigir os seus direitos se estiver cumprindo os seus deveres”, destacou.
Marco Aurélio acrescenta que as principais reclamações dos moradores são as que começam com a letra B. “Barulho em horário impróprio; bicho de estimação que causa incômodo aos vizinhos; e bobagens, ou seja, desconforto com situações irrelevantes que deveriam ser toleradas na convivência em condomínios”, completou o diretor.
Todo condomínio deve possuir, ao menos, a convenção, que é a norma que define os direitos e deveres dos condôminos de maneira ampla, além de descrever a estrutura da administração. Recomenda-se que os condomínios possuam um regimento interno – que é outra norma –, que regulamenta os direitos e deveres descritos na convenção e define regras de uso mais específicas, como horário para uso da sauna e procedimento para reserva do salão de festas, por exemplo. “A convenção e o regimento interno devem ser criados de maneira participativa entre os condôminos em assembleia geral, contando com a assessoria técnica de um advogado, para garantir a legalidade das regras aprovadas”, alertou Marco Aurélio.
Sem multas

Confira outras dicas para evitar multas em condomínios.
1. Não alterar a fachada: além de ocasionar multa, a construtora e o arquiteto responsável podem processar o condômino, por alteração do projeto sem autorização. Varal na varanda e plantas nos parapeitos também são proibidos, na maior parte dos condomínios.

2. Não alterar a área comum: nenhum tipo de alteração na área comum do prédio deve ser feito sem aprovação em assembléia. Se cada morador resolver decorar um ambiente da área comum da forma como achar melhor, sem consultar os outros moradores, pode ser multado também.

3. Respeitar os horários de silêncio estabelecidos na Convenção: todos prezam por uma noite de sono, seja à noite, seja de manhã bem cedo. Arrastar móveis nesses horários, gritar, ouvir música em volume alto ou fazer o cachorro latir não são ações bem vistas para quem mora em condomínio. Qualquer ato que atente contra a liberdade individual e o sossego alheio já constitui contravenção, mesmo que feita dentro do horário permitido pela “lei do silêncio”.

4. Respeitar o uso da vaga de garagem: garagem não é lugar de guardar bicicletas, carrinhos de bebê, ferramentas ou material de construção. Além de ir contra as regras condominiais e degradar o espaço, algum objeto pode sumir. Cada carro deve ocupar a sua vaga, sem extrapolar os limites. Quem não respeita as regras leva multa.

5. Respeitar o uso do elevador: é importante que o condômino se atente à segurança do condomínio. Criança pequena só pode ficar no elevado se estiver acompanhada. Para os adolescentes, vale o bom senso e o respeito: elevador não é lugar de brincadeiras. Outra questão para o uso do elevador é entender a diferença entre o social e o de serviço. O primeiro não permite o trânsito de animais, carrinhos de supermercado, lixo ou mudanças. Quem não respeitar a regra também é multado.

6. Não atirar objetos pela janela: além de correr um risco enorme de machucar alguém, é uma questão de educação e bom senso. Seja bituca de cigarro, brinquedos, alimentos ou qualquer outro objeto, esta ação é inaceitável e gera multas.

7. Sujou, limpou: quem não gosta de um ambiente limpo e seco? Se usar a churrasqueira, é importante deixá-la limpa para o próximo morador. Caso não tenha como limpar, peça ajuda ao faxineiro.
8. Quebrou, pague o conserto: acidentes acontecem, claro. O que não acontece é a compreensão dos outros moradores, quando algum objeto do condomínio é quebrado pelo uso errado. Fiscalize as crianças e os adolescentes e oriente-os para que cuidem do patrimônio.

9. Cuidado com os animais de estimação: animais em condomínios são aceitáveis, desde que a quantidade e o tamanho deles sejam compatíveis com o apartamento. Tem gente que cria cinco cachorros e sai para trabalhar o dia todo. Dessa forma, os animais sofrem maus tratos e latem sem parar, incomodando os vizinhos. Para as raças mais agressivas, o uso da focinheira é obrigatório. Deixar os animais fazerem as suas necessidades nas áreas comuns e nos jardim do condomínio também ocasiona multas.

10. Em dia de mudança, respeitar as regras estabelecidas no regulamento interno: existem algumas convenções que não permitem mudanças aos sábados e domingos. É preciso se certificar também dos horários liberados e os locais por onde a mudança pode descer, para não correr o risco de ser multado.
Fonte:http://g1.globo.com/espirito-santo

10 de mar de 2016

Agora, atrasar condomínio por três dias leva imóvel à penhora

Síndico terá que reunir recibos em atraso e atas de reunião para comprovar débitos
Quem estiver com a cota condominial em atraso terá que pagar a dívida em até três dias, segundo o Novo Código de Processo Civil, que deve entrar em vigor até o dia 20 deste mês. Se não houver o acerto nesse prazo, o imóvel será penhorado. Ou, se tiver recursos em banco, o condômino corre risco de ter a penhora on-line na conta.

“Significa que a inadimplência, que gera cotas extras para moradores, terá menor impacto nos condomínios. As ações serão de execução direta e vão durar menos tempo, em vez de sete a dez anos”, explica Arnon Velmovitsky, advogado especializado em Direito Imobiliário.

Com o novo código, o condomínio não passará por moroso processo para receber seu crédito, bastando propor ação de execução de título executivo extrajudicial. A cobrança está prevista no Artigo 784 do novo código. Segundo Velmovitsky, o síndico terá que reunir recibos em atraso e atas de reunião para comprovar débitos. O segundo passo é entrar com a ação de execução. A Justiça pode determinar que o inadimplente pague a dívida em três dias.

“Se o devedor se negar a pagar, o condomínio pode pedir a penhora do imóvel ou a penhora on-line, se comprovar que ele tem dinheiro em banco”, explica Velmovitsky. Segundo o advogado, seria razoável esperar pelo menos três meses de atraso para fazer a cobrança, mas a partir de um mês dá para entrar com ação. “O nome do inadimplente já fica com restrição, pois já existe convênio entre o Tribunal de Justiça e o Serasa. A medida inviabiliza financiamentos e até mesmo a liberação de cartões de crédito”, declara Velmovitsky.

Valores devem estar previstos em convenção
Para condomínios, sem sombra de dúvida, a maior mudança do Novo Código de Processo Civil é que será possível cobrar débitos por meio de ações de execução (Art. 748, X, do novo CPC), desde que os valores estejam previstos na convenção ou aprovados em assembleia.

Segundo o advogado André Luiz Junqueira, especializado em Direito Imobiliário, na execução, o devedor é citado, não para apresentar defesa, mas para pagar o débito em 72 horas sob pena de penhora de seu imóvel. “O executado pode até se defender, mas tem que fazer embargos à execução (Art. 914), com matérias específicas para a defesa (Art. 917). É como se já iniciássemos um processo com a sentença judicial pronta”, explica Junqueira.

De acordo com o advogado, o novo procedimento favorece o devedor que deseja pagar, oferecendo descontos e permitindo até parcelamento do débito com pagamento de sinal mais seis parcelas mensais (Art. 916).

Novo código reduz tempo do processo
O novo código permite redução sensível do tempo do processo (entre dois e três anos), pois a ação já começa com a penhora do imóvel se o devedor não pagar o débito do condomínio em 72 horas (Art. 829). Com a nova legislação, não há mais audiência na Justiça, o que levava meses para acontecer. A partir de agora, haverá maior garantia de recebimento dos valores pelo condomínio, pois é possível “prender” o bem do devedor quase que imediatamente (Art. 828).

O devedor é obrigado a pagar custas para se defender, diferentemente do procedimento atual, que não custa nada para o réu contestar a ação (Art. 914). Agora, passa a existir a possibilidade real de protesto da cota de condomínio, pois antes nem todos os Estados aceitavam.

E quanto mais o devedor do condomínio demora em promover o pagamento e resistir à execução, mais penalidades terá que pagar com o novo código (Art. 827). Além disso, existe previsão para penhora (Art. 837) e leilão (Art. 879, II) por meio eletrônico, o que agilizará os atos. (Cristiane Campos/AD)
Fonte:http://www.osul.com.br

7 de mar de 2016

O QUE É PORTARIA VIRTUAL

É uma nova forma de administrar a portaria e demais áreas de Condomínios, onde dispensa-se a utilização da mão de obra de portaria física local ( porteiros ) e todo o trabalho de atendimento a moradores, visitantes e prestadores de serviços é realizado por operadores fora do ambiente dos Condomínios, localizados dentro de uma Central de Monitoramento Remoto, interligada aos Condomínios através de links de comunicação ( Internet ), permitindo visualizar as imagens dos Condomínios, conversar com moradores, funcionários e visitantes através do interfone e/ou por telefonia fixa/celular e mandar comandos para abrir/fechar portões.

COMO FUNCIONA UMA PORTARIA VIRTUAL REMOTA
Para o funcionamento da Portaria Virtual, são instalados sistema e equipamentos para fazer o controle de acesso das pessoas e veículos, bem como para fazer a integração remota com a Central de Monitoramento Virtual.

Os portões de acesso tanto veicular, quanto de pedestre são controlados pela Central de Monitoramento Remota da Logisat, situada em São Caetano do Sul, bem como também as demais dependências do Condomínio são monitoradas por esta Central através do sistema de CFTV ( câmeras ) e Central de Alarmes.

Os portões de acesso veicular e acesso a pé serão abertos e fechados pelos moradores do Condomínio, exceto para visitantes, onde o portão de acesso a pé, será feito pela Central de Monitoramento remota, mediante autorização do morador a ser visitado.

Para entrada dos Condôminos/moradores pelos portões de pedestres, o acesso pode ser feito por biometria, senha, cartão ou chaveiro, sem necessidade da Portaria Virtual mandar comando para abrir ou fechar o portão.

Para o acesso ao portão de veículos o morador tera um controle remoto não clonável para abrir e fechar o portão, sem necessidade do envio de comando pela Portaria Virtual.

É feito o cadastro de moradores, veículos e visitantes e todo acesso fica registrado no sistema identificando a pessoa e/ou o veículo. Opcionalmente para visitantes pode ser capturado também uma foto ou cópia do documento e arquivado no banco de dados do sistema.

Para o acesso de visitantes; o visitante ao chegar no Condomínio ira apertar o botão do interfone e este ira tocar na Central de Monitoramento Remota/Virtual Logisat e abrir no software o cadastro do Condomínio e o operador remoto atender e após cumprimentos, o operador perguntara quem o visitante quer visitar e pedira para aguardar e em outra linha, ligara no interfone do morador e informara que o visitante está na portaria e quer acessar o prédio para a visita e se o morador autorizar, o operador volta no interfone com o visitante e informara que foi autorizado a visita e fara a abertura remota do portão, enviando o comando de abertura.
Fonte:http://logisat.com.br/

24 de fev de 2016

Confira os dez problemas mais comuns em condomínios

Os edifícios têm uma serie de assuntos que geram conflitos entre os condôminos. As especialistas Cristina Muccio Guidon e Evelyn Roberta Gasparetto, autoras do livro “Administrando Condomínios“, falam sobre esses principais problemas encontrados em condomínios e indicam soluções práticas para o bom convívio entre os moradores. Confira:

Brigas entre vizinhos: Problemas como barulho, animais, garagens, desrespeito aos horários, o síndico deve administrar respeitando o regulamento interno e a convenção do condomínio. Dessa forma estará amparado nas decisões a serem tomadas, bem como as eventuais punições a serem aplicadas.

Fundo de reserva: Muitos moradores têm dúvidas sobre o que é o fundo de reserva e sua utilização. A convenção do condomínio determina o percentual que costuma variar entre 5% a 10% do valor do condomínio, sendo recomendável mantê-lo em uma conta separada daquela utilizada para as despesas ordinárias. Sua utilização é para casos emergenciais e deve ser recomposto após a sua utilização e levado esse assunto para assembleia para conhecimento dos condôminos.

Omissão do conselho fiscal: O conselho fiscal, por uma situação política, pode prejudicar o síndico, ou seja, não assinar as pastas ou até esquecer-se de fazê-las, por não se importar muito com a situação, o que traz para o síndico uma responsabilidade ainda maior e isolada.

Reformas e o quorum necessário: Muitos condomínios sofrem com esta situação, pois é necessário cumprir os quoruns para as obras, no entanto, os moradores podem não colaborar e não comparecer em assembleias para esta resolução. Isso traz um retrocesso para o próprio condomínio, deixando o síndico de mãos atadas, adiando e atrasando as obras.

Redução de custos: Uma das maiores preocupações de quem mora em condomínios é o valor da taxa condominial. Para que o edifício possua uma quota justa e suficiente para honrar o pagamento dos compromissos mensais como salários, impostos, água, luz, materiais, é necessário que o síndico em conjunto com o conselho fiscal trabalhem visando reduzir custos com fornecedores, diminuir o desperdício dos consumos de água e luz e estejam atentos à necessidade de horas extras dos funcionários pois essa despesa onera consideravelmente a folha de pagamentos dos edifícios.

Prestação de contas: Muitos edifícios têm problemas com a apresentação das contas do condomínio. O síndico tem por obrigação prestar contas sobre sua gestão, devendo apresentar mensalmente aos moradores um demonstrativo claro e de fácil entendimento da movimentação financeira do condomínio, detalhando os recebimentos e pagamentos. Além disso, anualmente, essas contas devem ser aprovadas pelos condôminos.

Segurança: Os assaltos nos condomínios têm se tornado frequentes. O cuidado a ser tomado tem que ser prévio, na contratação de funcionários, ou então, na verificação das pessoas que a empresa terceirizada envia, e até mesmo com a própria empresa de segurança, de câmeras, portões e alarmes. Além disso, os moradores deveriam combinar um sinal, alguma posição de estacionar o carro que demonstre que aquela pessoa que entrou junto, não é um convidado e sim um assaltante.

Ninguém quer assumir como síndico: É difícil, já que na verdade, a responsabilidade é muito grande. Neste caso, melhor seria proporem a contratação de um síndico profissional.

O síndico não está cuidando do condomínio como deveria: Neste caso, o ideal é que seja formada uma comissão de moradores que, posteriormente à verificação dos problemas não resolvidos, organize uma reunião pedindo soluções. No entanto, em caso de negativa, melhor a destituição do síndico com a substituição por um outro profissional.

O síndico está fazendo obras sem consultar ninguém: Esta é uma atribuição do conselho fiscal. O morador que não fizer parte do conselho pode procurar um membro do conselho e solicitar explicações a respeito. A partir daí, todos podem ser reunir e verificar não só as obras, como os orçamentos, os pagamentos feitos, e se as mesmas estão contribuindo para o condomínio.
Fonte: revista.zapimoveis

19 de fev de 2016

Como apurar e responsabilizar morador que cometeu ato antissocial ou crime no condomínio e minimizar consequências?

A maioria dos crimes ocorridos em condomínios residenciais não chega aos ouvidos da polícia e nem dos veículos de comunicação. Somente casos mais graves, como arrastões promovidos por quadrilhas especializadas, acabam tendo registro policial e notoriedade.   
Rotineiramente, temos nos prédios os mais variados problemas de convivência entre moradores. Excesso de barulho, vagas de garagem e atitudes antissociais são os mais comuns. Não podemos esquecer dos furtos no interior de veículos e do uso de entorpecentes nas áreas comuns ou até mesmo dentro das unidades, mas que incomoda o vizinho no tocante ao cheiro exalado pela maconha, por exemplo.


Em alguns edifícios, as escadas são usadas para práticas sexuais e até mesmo para necessidades fisiológicas. Todo esse arcabouço de contravenções e delitos deixa o clima tenso, gerando, assim, inimizades entre moradores e também em relação ao zelador e funcionários da portaria.
Ministro treinamento e capacitação para vigilantes e porteiros; desses profissionais já ouvi relatos de casos escabrosos, onde moradores estressados, alguns avessos às normas de segurança ou aqueles que desejam somente comodidade, passam a ofender e destratar os funcionários do local, atitude que caracteriza o assédio moral, se ocorrer de forma repetida. Não raro, são praticados também os crimes de ameaça e contra a honra dos colaboradores.

Todas essas questões desaguam nas assembleias de moradores. Em algumas delas, o clima é de muita tensão, bate-boca, acusações levianas e até vias de fato pode chegar a acontecer. Soube de casos que o síndico teve que contratar vigilantes, pois tinha receio que o pior acontecesse em reunião com os moradores.
A contratação de cinegrafista para registrar tudo o que acontece durante a assembleia também não é incomum. É de se lembrar que no último ano, só em São Paulo, um síndico e um zelador foram assassinados por condôminos.

Para minimizar esses problemas, entendo que  administração do condomínio deve instalar câmeras de segurança nas entradas e saídas de pessoas, veículos e mercadorias. Esse investimento deve prosseguir nos elevadores, salão de festas, academia de ginástica e na garagem. O primeiro aspecto positivo é o inibitório. Por diversas vezes fui procurado por síndicos que reclamavam de danos promovidos no interior dos elevadores. Indico sempre a instalação de câmeras. Normalmente, segundo relatos, nenhum risco ou dano ocorre depois dessa providência.

Se as câmeras não tiverem o condão de inibir fato criminoso ou antissocial, terão o poder de apontar quem está com a razão ou quem promoveu o distúrbio ou até mesmo fato criminoso.
Sugiro também a criação do chamado Livro de Ocorrências Gerais, que ficará à disposição dos moradores para, através de breve histórico,  solicitarem providências do síndico em relação a desavenças, reclamações quanto a funcionários, funcionamento do condomínio e sugestões.

A administração do prédio deve ainda disponibilizar e-mail para que os moradores possam enviar informe de qualquer tipo de problema sofrido, anexando fotos e áudio, sempre que possível.
A prevenção também deve estar presente nas punições aos infratores das normas do local. Muita gente só respeita mesmo quando sente o peso da multa no bolso.
Fonte:http://tudosobreseguranca.com.br/