26 de ago de 2010

Reciclar não é um bicho de sete cabeças

Para reciclar não há necessidade de separar os diversos tipos de material. Basta deixar um saco para o que pode ser reaproveitado e outro para resíduos comuns, como restos de comida. Os principais materiais recicláveis são o metal, vidro, plástico e papel.

Nas redes de supermercados, como o Grupo Pão de Açúcar e Wal-Mart, os consumidores podem depositar plástico, papel, metal, vidro e óleo. A maioria das lojas tem recipientes para os resíduos reciclados que são aproveitados por cooperativas de catadores e ONGs de reaproveitamento.

Dos materiais reciclados, as pilhas e baterias usadas merecem mais atenção. Elas contêm metais pesados altamente tóxicos, como cádmio, chumbo e mercúrio. Estima-se que no Brasil, são vendidos 800 milhões de baterias e pilhas por ano, que podem contaminar o solo e a água, causando sérios problemas de saúde.

Além dos supermercados, as lojas de celulares são obrigadas a receber as baterias e aparelhos usados. Os equipamentos são encaminhados ao fabricante, que pode reaproveitar algumas das peças e dar um destino apropriado às não reutilizáveis. Também as lojas da Drogaria São Paulo recolhem pilhas usadas.

O óleo de cozinha é outro vilão. Um litro deste material quando jogado no ralo da pia pode contaminar até 20.000 litros de água, além de aumentar em até 45% os custos de tratamento e provocar o entupimento das tubulações nas redes de esgoto. Para transformá-lo em sabão, coloque em garrafas plásticas e leve até os supermercados que contam com postos de reciclagem destinado ao produto.
Fonte: Revista Zap