28 de ago de 2011

Motivos para se morar em condomínio

A grande tendência do mercado imobiliário brasileiro segue em direção aos condomínios fechados. Os condomínios são uma realidade para investidores e para inúmeras famílias, principalmente das classes A e B. Há alguns anos essas famílias encontram nos condomínios fechados características que mesmo os bairros mais tradicionais não tem mais como oferecer.
Além da possibilidade de construir a casa dos sonhos, os condomínios fechados oferecem uma série de vantagens para quem opta por um lote ou uma casa em um destes empreendimentos.

São pelo menos 10 grandes motivos:
Qualidade de vida
Os condomínios proporcionam uma vida saudável às famílias desde as crianças até os mais idosos. Os terrenos são bem maiores que os encontrados nos centros urbanos e propiciam a construção de casas mais espaçosas e confortáveis.

Segurança
Na maioria dos condomínios fechados existe um serviço de segurança interna que atua 24 horas para assegurar a segurança de todos os moradores. As portarias possuem guaritas que controlam a entrada e saída das pessoas, além de segurança motorizada que percorre continuamente todas as ruas internas do condomínio.

Conveniência
Próximo aos condomínios, se desenvolvem centros comerciais com vários serviços de conveniência, delivery, restaurantes, caixas automáticos da rede bancária e inúmeros outras opções que oferecem toda comodidade aos moradores.

Custo x Beneficio
As taxas de condomínio são inferiores ao que se paga em um edifício de alto padrão nos grandes centros. Além disso, os condomínios fechados oferecem uma série de serviços por uma relação custo/benefício muito mais atrativa.

Valorização do patrimonio
Os condomínios são uma realidade como opção de alto retorno de investimento. Os belos e exclusivos projetos arquitetônicos valorizam ainda mais o patrimônio de quem escolhe viver em um condomínio fechado.

Lazer total
Muitos condomínios oferecem ótima infra-estrutura de lazer, que vão desde trilhas de caminhadas e pistas de cooper até clubes completos com piscinas, quadras, salão de festas, academias e outros atrativos.

Estilo de vida
Os condomínios fechados chamam atenção pelo charme das construções e pelos belos jardins. Os espaços públicos como centros de convivência, praças e ruas são muito bem cuidados e encantam moradores e visitantes.

Natureza
Os condomínios fechados possuem grandes áreas verdes preservadas e oferecem a possibilidade de construir casas sem muros em terrenos espaçosos que se integram à natureza, condições que não são encontradas nos centros urbanos.

Liberdade assegurada
Deixar os filhos brincarem na rua é uma experiência que hoje só é permitida pelos pais dentro dos condomínios. Além disso, o contato com a natureza faz toda a diferença na educação e desenvolvimento das crianças.

Convivio familiar
Os condomínios colaboram muito com o convívio familiar por oferecer a pais e filhos áreas de lazer, centro de convivência e espaços de integração social entre a própria família e também entre os próprios vizinhos.
fonte:http://www.publicidadeimobiliaria.com

27 de ago de 2011

Prevenção contra incêndio em condomínio

A falta de manutenção das instalações elétricas pode causar curtos-circuitos e até incêndios. Outros incidentes podem vir de descargas elétricas, falhas humanas, de equipamentos etc. Confira as sugestões da Lello, empresa de administração condominial de São Paulo, para certificar-se de que esteja sempre tudo em ordem em seu condomínio. "Há um extenso check-list que deve ser observado para evitar incêndios. É muito importante que todas as normas de segurança sejam observadas para evitar que o patrimônio e a vida dos moradores sejam colocados em risco", afirma a engenheira Raquel Tomasini, gerente de produtos da Lello Condomínios.

Instalações elétricas
Se a corrente elétrica estiver acima do que a fiação suporta, pode ocorrer superaquecimento dos fios, com risco de incêndio. Portanto, se os dispositivos de proteção (disjuntores) caem com frequência, a solução não está na troca destes equipamentos, mas sim na revisão da fiação, que não suporta mais a carga.

Instalações de gás
Somente pessoas habilitadas devem realizar consertos ou modificações nas instalações de gás. Para verificar eventuais vazamentos, nunca use fósforos ou chamas e não tente improvisar maneiras de estancar os vazamentos, como a utilização de cera, por exemplo.

Rotas de fuga
Mantenha sempre desobstruídos corredores, escadas e saídas de emergência, sem vasos, tambores ou sacos de lixo. Jamais utilize corredores, escadas e saídas de emergência como depósito, mesmo que seja provisoriamente. Nunca guarde produtos inflamáveis nesses locais. As portas corta-fogo não devem ter trincos ou cadeados. Participe dos treinamentos de Formação de Brigada de Incêndio realizados anualmente em sua edificação.

Sistema de combate a incêndio
Certifique-se que seu AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) do condomínio está válido. A renovação deve ocorrer a cada três anos para edificações de uso residencial e a cada dois anos para as de uso comercial e/ou misto.

Extintores / hidrantes / mangueiras
Os extintores de incêndio devem ser apropriados para o local a ser protegido e devem estar distribuídos conforme o determinado em Projeto de Combate a Incêndio aprovado pelo Corpo de Bombeiros. Sua manutenção/recarga deve ser realizada por empresas especializadas, conforme indicado pelo fabricante.

Hidrantes e mangotinhos devem ser mantidos sempre bem sinalizados e desobstruídos. Os testes hidrostáticos das mangueiras devem ser realizados em equipamentos apropriados, com altas pressões.

As mangueiras devem ser enroladas com os acoplamentos para fora (facilitando o engate) e muito bem secas, evitando seu apodrecimento e a oxidação da caixa.

Iluminação de emergência
A iluminação de emergência entra em funcionamento quando falta energia elétrica e pode ser alimentada por gerador ou bateria e acumuladores (não automotiva). A iluminação de emergência é obrigatória nos elevadores e deve ser testada periodicamente, conforme as indicações do fabricante.

Alarme
Os alarmes de incêndio podem ser manuais ou automáticos. O alarme deve ser audível em toda a área abrangida pelo sistema de segurança. As verificações nos alarmes precisam ser feitas periodicamente, seguindo as instruções do fabricante. Mas lembre-se, que você deve prever um plano de ação para otimizar os procedimentos de abandono do local quando do acionamento do alarme.

Brigada de incêndio
A Brigada de Incêndio é uma equipe formada por pessoas treinadas com conhecimento sobre prevenção contra incêndio, abandono de edificação, pronto-socorro e dimensionada de acordo com a população existente na edificação (considerando funcionários e moradores).

Portas corta-fogo
As portas corta-fogo são próprias para isolamento e proteção das rotas de fuga, retardando a propagação do fogo e da fumaça. Toda porta corta fogo deve abrir sempre no sentido de saída das pessoas e seu fechamento deve ser completo, mas nunca fazendo uso de cadeados ou fechaduras. Lembre-se de verificar periodicamente o estado das molas, maçanetas, trincos e folhas da porta.

Para-raios
O pára-raios deve ser o ponto mais alto do edifício, verificado anualmente por empresas especializadas, conforme instrução do fabricante. Este sistema deve garantir que descargas atmosféricas não afetem a edificação e seus equipamentos.
Fonte: Lello Condomínios

26 de ago de 2011

Quais os riscos e vantagens de ter os funcionários do condomínio terceirizado

Os funcionários em um condomínio são os que cuidam do patrimônio e bem estar de todos os moradores e geralmente são responsáveis pela metade do valor da contribuição mensal dos condôminos. Como podem ser terceirizados nos edifícios, segundo as normas da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), a procura por esse tipo de contratação cresce no setor.
As opiniões se dividem quando o assunto é o benefício em comparação com a instalação do colaborador no quadro direto da administração do prédio, quando é assinada a carteira de trabalho. Segundo o enunciado 331 do TST, “não forma vinculo de emprego com o tomador a contratação de serviços de vigilância, de conservação e limpeza, bem como a de serviços especializados ligados a atividade meio (que não é o objetivo da existência da organização, mas importante para a sua conservação), desde que inexistente a pessoalidade e a subordinação direta”. A atividade fim está descrita no inciso 2 do artigo 581 da CLT e compreende as atividades essenciais e normais para as quais a empresa se constituiu.

De acordo com o presidente da Associação Catarinense dos Advogados Trabalhistas (ACAT), Felipe Borba Caliendo, em um edifício residencial, por exemplo, a finalidade é a morada. “Mesmo sem nenhum empregado, o condomínio continua a prestar a sua função, por isso os trabalhadores de limpeza e segurança não são considerados de atividade fim e sim a de meio e por isso podem ser terceirizados”, explica.
Zelador terceirizado, só sem subordinação direta. Se os serviços de limpeza e vigilância facilmente são entendidos como passível à terceirização, já o de zeladoria é mais complicado definir. Para o diretor geral da Academia Superior da Advocacia Trabalhista de Santa Catarina (ASAT/SC), Allexsandre Gerent, o caso do zelador pode configurar de forma diferente dos demais colaboradores. “Ele tem a função de cuidar de tudo o que ocorre no condomínio. Está dentro da atividade fim”, defende.

No edifício Dona Olga, no bairro Estreito, na Capital, a parte de limpeza e portaria fica em cargo de uma empresa do ramo, já o zelador “é um cargo de confiança. Ele já está conosco há 14 anos e até para dar dispensa é por assembléia”, relata o síndico Ivan de Carvalho. Existem especialistas que apontam que o zelador também pode ser terceirizado, mas é importante salientar, que nesse caso, não poderá ser subordinado pelo síndico.

Custo benefício
O Sindicato das Empresas de Asseio, Conservação e Serviços Terceirizados (Seac/SC), pondera que há uma redução significativa dos custos da empresa. Deixa-se de pagar por estoque de materiais e maquinários, que se tornam responsabilidade do parceiro. Além da redução da folha de pagamento, não se gasta tempo e dinheiro com o treinamento de empregados para exercerem funções inerentes à atividade-meio. O gestor executivo da entidade, Evandro Fortunato Linhares, relata que por as prestadoras de serviços serem especializadas nas suas áreas de atuação, o investimento feito em treinamento e qualificação é considerável.
Ele salienta que os custos são variáveis na contratação de uma empresa, pois depende da necessidade do tomador e das normas estabelecidas pela legislação e Convenção Coletiva de Trabalho. “A prática de preços inexeqüíveis estimula a sonegação das obrigações trabalhistas e fiscais”, adverte.

Experiências de síndicos
Para a síndica do edifício Kaynara, no Estreito, em Florianópolis, a terceirização foi a solução certeira para as suas dificuldades. O prédio teve sua portaria terceirizada temporariamente, pois dos três funcionários do condomínio, dois estão em perícia médica. Segundo ela, o valor mensal é mais alto, mas se colocar na ponta do lápis compensa. “Se algum colaborador não vem, a empresa se responsabiliza de enviar um outro”, diz. A mudança deu certo e recentemente foi decidido em assembléia a troca definitiva do sistema. Já a síndica do edifício Albatroz, em Balneário Camboriú, Vera Lúcia Figueira Claro prefere não abrir mão de ter os funcionários contratados diretamente. “Em uma terceirização fica outra pessoa no meio intermediando. Não posso ir diretamente à faxineira solicitar o que quero porque ela não é minha funcionária”, comenta.

De acordo com o advogado Felipe Borba Caliendo, caso seja comprovada a subordinação do colaborador terceirizado com as lideranças do prédio, o trabalhador poderá pedir vínculo empregatício com o condomínio.

A co-responsabilidade do condomínio
Um dos principais motivos que levam os condomínios a terceirizarem os serviços de limpeza e vigilância é não ter que se responsabilizar com tributos e direitos trabalhistas. Mas é importante salientar que, “se ocorrer da empresa ficar inadimplente com as obrigações com o empregado, o condomínio é considerado co-responsável”, diz o advogado, Allexsandre Gerent.

A determinação consta no enunciado 331 do TST. De acordo com Linhares, depois de celebrado o contrato de prestação de serviços com a empresa terceirizada, o condomínio deve exigir antes do pagamento mensal documentos como: cópias do contracheque e comprovante de pagamento, da guia de recolhimento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Já o condomínio tem o dever de reter 11% na nota fiscal em favor do INSS em nome da empresa contratada. No edifício Dona Olga, o síndico Ivan de Carvalho, só percebeu que a empresa terceirizada estava com o pagamento do FGTS da faxineira atrasado quando ela pediu demissão. “Entramos em contato com a empresa e eles sanaram o problema, mas ficamos preocupados. Poderia nos causar problema mais tarde”, analisa.

Recomendações para o contrato
- Dimensionar os serviços a serem contratados em número de pessoal, função e jornada trabalho;
- Solicitar propostas de posse do número de pessoas necessárias e respectivas jornadas;
- Tomar as propostas com discriminação de preços por trabalhador de acordo com piso salarial e encargos. A partir disso, é possível ao contratante obter um valor-referência do contrato a preço exeqüível. Os demais fatores componentes do preço será a taxa de lucro e obrigações com a segurança e saúde do trabalhador.
- Analisar as propostas, desconsiderando as que tenham apresentado valores incompatíveis com os de mercado;
Fonte:Condomínios Online

Como montar uma sala de ginástica em seu prédio

Bem equipadas, salas de jogos e de ginástica se transformam em espaços de convivência dentro do condomínio. Se o seu prédio é antigo, talvez já esteja na hora de reformar o salão de jogos e a sala de ginástica. Se o condomínio é novo, certamente ainda nem dispõe dessas áreas totalmente montadas. Para um caso ou outro, trate com muito critério essa parte do prédio. Afinal, elas podem garantir agradáveis momentos de lazer para moradores de todas as faixas etárias. Enquanto o mobiliário para uma sala de jogos é bem conhecido, para montar uma sala de ginástica são necessários aparelhos que nem todos dominam, principalmente os condôminos que não têm o hábito freqüente de se exercitar. Afinal, o culto ao corpo e os cuidados com a saúde são fenômenos relativamente novos no Brasil – mas que ganharam, definitivamente, seu espaço dentro dos condomínios com as salas de ginástica. A grande vantagem de ter os mesmos aparelhos de uma academia no prédio é a comodidade e o conforto, pois é muito mais prático descer ou subir alguns andares para ter acesso à bicicleta, esteira e aparelhos para musculação do que pegar o carro, enfrentar o trânsito e o risco de assaltos para se chegar à academia. Além do mais, uma bicicleta ou esteira num canto do apartamento pode se transformar num "elefante branco", enquanto que a sala de ginástica do condomínio costuma se transformar num ponto de encontro de vizinhos adeptos da boa forma, e é muito melhor fazer exercícios em boa companhia do que sozinho.

Apesar de não faltarem vantagens para montar uma academia no condomínio, as dificuldades que o síndico enfrenta ao escolher os aparelhos são grandes. A variedade de modelos de um mesmo produto disponível no mercado é imensa. O síndico deve procurar uma loja idônea e especializada, e não apenas os aparelhos mais baratos. O indicado é investir em equipamentos profissionais ou semi-profissionais, e não de uso doméstico. Fazer uma pesquisa entre os condôminos para conhecer quem serão os usuários da academia, e se a maioria será de homens ou mulheres, também ajuda a comprar os equipamentos certos.
É preciso, ainda, verificar se o espaço disponível é adequado para a montagem de uma academia. A sala deve ser ventilada e possuir piso emborrachado ou de madeira, pois pisos frios, mesmo com o uso de colchonete, podem causar incômodo durante a realização de exercícios no chão.
Um detalhe importante: o zelador precisa conhecer a manutenção básica, necessária para o bom funcionamento dos aparelhos (vincule o treinamento do zelador já na hora da compra dos produtos). Com a planta do espaço em mãos, empresas especializadas em montagens de salas de ginástica costumam preparar um lay-out com todos os aparelhos utilizados. Mesmo em espaços reduzidos é possível montar uma academia, com pelo menos uma esteira, bicicleta e estação de musculação. Aliás, as estações de musculação são as estrelas desses espaços, pois permitem fazer 30 ou mais diferentes exercícios, trabalhando diversos grupos musculares. Por isso, o ideal é contar com o apoio de um professor de Educação Física e os condôminos interessados podem dividir o custo desse profissional.
Vale destacar que a contratação desse profissional, da área de Educação Física, deve ser credenciado pelo CREF (Conselho Regional de Educação Física).
Este órgão fiscaliza e identifica irregularidades no uso de equipamentos e na forma de contratação de profissionais. A fiscalização do Conselho poderá abrir um boletim de ocorrência em uma delegacia e o condomínio pode ser autuado por permissão de atividade ilícita.
A academia pode ser montada em um espaço adaptado desde que siga algumas orientações básicas e importantes como:

- Planejamento: a escolha do local deve ser de acordo com o número de condôminos, o espaço dever ser claro e arejado, o piso revestido com material antiderrapante para evitar acidentes como escorregões e dar melhor aderência aos equipamentos.

- Contratação de profissional habilitado: é fundamental. Existem empresas ou profissionais que prestam assessoria, desta forma não é necessário aumentar a folha de pagamento do condomínio com férias, décimo terceiro salário, etc.
Neste caso há duas formas de se fazer o pagamento: rateio feito por todas as unidades do condomínio ou o rateio feito apenas entre os apartamentos que irão utilizar os serviços. Outra opção é o condomínio procurar por uma boa academia no bairro e fazer uma parceria.

- Equipamentos: na hora da compra, opte por equipamentos da linha profissional que são usados nas grandes academias. Aparelhos para uso domésticos, de menor valor, se depreciam em menos de dois anos.

- Equipamentos necessários: esteiras, bicicletas ergométricas, colchonetes, halteres, caneleiras, bastão e estação de musculação são essências.

- Regras para utilização da academia: estabelecer regras é extremamente importante, pois através delas terá controle de quem freqüenta o espaço e a maneira de manuseio dos equipamentos. Deve haver dias e horários de funcionamento que deve respeitar as leis do prédio ou condomínio e uma cláusula dando ao usuário a responsabilidade de repor qualquer equipamento por ele danificado.

- Exame médico: É necessária a liberação de um médico para a prática de atividade física do morador, assim como também um termo de responsabilidade assinado pelo mesmo, por eventuais danos a saúde.

- Acesso restrito: é importante deixar liberado o acesso a academia somente para moradores do condomínio.

- Manutenção dos equipamentos: garante a durabilidade do material, que pode ser feito pelo próprio funcionário do prédio orientado pelo fabricante. Geralmente durante o prazo de validade a manutenção é mais uma limpeza do equipamento. Porém, um contrato de manutenção preventiva após o término da garantia é uma forma de evitar problemas.

Fonte: S.O.S do Síndico

25 de ago de 2011

Cada vez mais brasileiros vivem em apartamento

O Censo Demográfico de 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelou que, nos últimos dez anos, mais brasileiros escolheram os condomínios como forma de moradia – hoje, 1 em cada 10 reside em prédios. De acordo com o levantamento, a verticalização rompeu as fronteiras das grandes metrópoles e hoje também é realidade em cidades pequenas e médias. Somente na região Norte do país, em dez anos, o número de apartamentos cresceu 43,2% e já somam 6,2 milhões. Se, por um lado, tem aumentado o número de pessoas que optam por esse tipo de habitação, por outro, cresce também o de conflitos provocados pela complicada vida condominial.

Entre os principais motivos de discórdias e atritos dentro dos condomínios está o excesso de barulho causado por animais, crianças ou pela falta de comportamento adequado, avarias causadas por vazamentos, além da inadimplência. “Algumas simples regras dispostas em um regimento, porém, poderiam solucionar conflitos como esses. Limitar os horários de festas, criar uma lista clara de ações não permitidas nas dependências do edifício, bem como suas respectivas penalidades, registrar as sanções legais e administrativas para condôminos que deixam de pagar as contas são alguns exemplos de itens que auxiliariam na administração e certamente facilitariam na boa convivência entre os moradores”, explica Gabriel Karpat, consultor especializado em condomínios e diretor da GK Administração de Bens.

Para Karpat, o crédito facilitado, a melhora da economia e a maior sensação de segurança foram os fatores que contribuíram para o aquecimento desse nicho do mercado imobiliário. “Nos próximos anos, o mercado deve continuar aquecido. Por isso, a importância de maior preparo e organização de síndicos e administradoras. São eles os grandes responsáveis por gerenciar as regras em busca da harmonia na vida condominial”, afirma o executivo da GK, empresa que atua no ramo há 35 anos.

Condomínios-clube
Outro modelo de habitação que também tem se expandido pelo país são os chamados condomínios-clube, que aliam lazer e serviços diversificados junto ao edifício. “Nesse tipo de moradia os problemas se ampliam e a administração torna-se mais complexa. O regimento interno, então, precisa ser ainda mais abrangente, já que a falta de clareza nas regras, como a de uma simples definição de horário de uso, por exemplo, pode acarretar em conflitos. Nesse sentido, contar com o apoio de uma boa administradora de condomínios pode fazer diferença. O know-how para esse tipo de trabalho é fundamental para assessorar síndicos na condução de seu árduo papel de garantidor da boa convivência em condomínios”, diz Karpat.
fonte:http://www.licitamais.com.br

Síndicos treinam funcionários para evitar assaltos a prédios em SP

Além dos caixas eletrônicos, os condomínios também se tornaram alvo preferencial dos assaltantes. Em média, são registrados dois arrastões em prédios por mês em prédios de São Paulo. Para conseguir entrar, os criminosos usam até mulheres grávidas.

Instalar equipamentos ajuda, mas não resolve. “Temos visto prédios que investem de R$ 100 mil a R$ 150 mil em segurança, guaritas blindadas e equipamentos de última geração. Equipamentos auxiliam na segurança, mas equipamentos não fazem segurança. Quem faz efetivamente a segurança é quem trabalha e quem mora no condomínio”, diz Sérgio Meira de Castro Neto, diretor de condomínios do Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP)

O Sindicato da Habitação diz que, para diminuir o risco de assalto, o síndico, os moradores e os funcionários devem atuar em conjunto. A responsabilidade é de todos, e o ideal é que cada condomínio crie o seu próprio manual com as regras de segurança.

Em um prédio, a síndica sugeriu e os moradores aprovaram as normas. Os funcionários passaram a apresentar antecedentes criminais. Quem chega para prestar serviço no condomínio tem de mostrar documento com foto e usar o crachá do prédio. Até para um vizinho de andar visitar o morador ao lado é necessário antes avisá-lo pelo interfone. Se não, a porta não é aberta.

“Você vê quantos casos já houve nos quais a pessoa tocou a campainha e se deparou com um ladrão”, conta a síndica Lourdes Afonso.

Se alguém foi dominado na rua e entrou com um ladrão no prédio? O porteiro será avisado pelo morador discretamente. “Nós temos também entre nós uma maneira de identificar ao porteiro, por meio de um sinal, que aquela pessoa que está do nosso lado não é uma pessoa conveniente”, afirma Lourdes Afonso.

Muitos bandidos ainda conseguem entrar nos condomínios pela portaria, porque se aproveitam do despreparo e da boa fé de quem trabalha nela. “Vemos casos em que aparece uma mulher simulando estar grávida, passando mal na porta do prédio e pede para usar o banheiro. O funcionário gentilmente sai de uma guarita blindada e abre a porta para ela ir ao banheiro. Simulou que quebrou o carro no condomínio e ele fala: ‘Olha, descarregou meu celular. Será que você pode me emprestar o telefone que eu vou chamar o meu seguro?’ Abre a porta do condomínio”, alerta o diretor do Secovi-SP, Sérgio Meira de Castro Neto.

Para o Sindicato da Habitação, a saída é investir em treinamento. “Treinamento a toda hora e reciclagem. Se já treinou o funcionário no ano passado, treina de novo. É só martelando repetidas vezes os procedimentos que, na hora que acontecer uma situação desse tipo, ele vai lembrar o treinamento e aquela malícia que ele precisa ter vai aflorar na cabeça dele”, diz o diretor do Secovi-SP, Sérgio Meira de Castro Neto.

A Delegacia de Repressão a Roubos em Condomínios de São Paulo informou, em nota, que em um ano e meio, 84 pessoas foram presas acusadas de envolvimento em grupos que praticavam arrastões. Não dá pra jogar a responsabilidade no porteiro. Todo mundo – moradores e síndicos – têm de cuidar da segurança do prédio.
Fonte: G1

19 de ago de 2011

Muito cuidados ao comprar imóvel usado em condomínio

O sonho da casa própria está se tornando realidade para uma boa parte das famílias brasileiras. Antigamente, além do preço, as poucas opções de formas de pagamento inviabilizavam a compra e deixavam a aquisição do imóvel próprio cada vez mais distante. "Hoje existem muito mais facilidades. Os bancos oferecem várias modalidades de créditos e financiamentos para a compra de imóveis", ressalta Bárbara Silva Freitas, responsável pela área financeira e administrativa da Primar Administradora de Bens.

Mesmo com os preços mais altos, o movimento no mercado imobiliário não pára de crescer. A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) prevê que este ano o número de unidades financiadas aumente 28%, comparado a 2010. "O mercado está aquecido e tanto os novos empreendimentos como os imóveis usados estão sendo vendidos. Mesmo com tantas facilidades, os consumidores devem ficar atentos na hora de fechar negócio", afirma.

Para quem pretende se casar, sair do aluguel ou mudar de casa, a especialista recomenda pesquisar e analisar qual é a melhor opção: se é um imóvel novo ou usado. "Dependendo do tamanho da família, uma construção nova pode sair mais caro do que um empreendimento usado. Além disso, se a opção for para casas com quintal amplo é mais fácil encontrar opções usadas do que novas, já que atualmente as construções estão mais compactas e os terrenos menores", observa.

Se a escolha for pelo imóvel usado, Bárbara elenca algumas dicas para não se arrepender depois da assinatura do contrato. A primeira é escolher um bairro adequado para as necessidades dos proprietários, afinal esta pode ser a moradia definitiva da família. "Observar a vizinhança, os serviços públicos e a movimentação da região podem ajudar a identificar os prós e os contras de morar no local. O próximo passo é observar as condições do imóvel, seja casa ou apartamento", aconselha.

O ideal é que o interessado no imóvel verifique a parte elétrica e hidráulica e também confira as portas e objetos de madeira se houver acúmulo de pó cuidado, pode ser sinal de cupim. "Manchas nos disjuntores podem indicar problemas nos fios como sobrecargas elétricas e curtos. Se for um apartamento também é necessário observar qual é o tipo de ligação, se é trifásica ou monofásica. Dependendo da unidade é necessário uma ligação mais forte para aguentar todos os aparelhos elétricos", enfatiza.

No caso da aquisição de um apartamento é fundamental analisar o estado de conservação do prédio. Pintura, infiltrações, rachaduras, manchas escuras nas paredes, limpeza, cuidados com os equipamentos externos e as áreas de lazer, enfim nada pode passar despercebido. "Pergunte ao síndico como funciona o estacionamento, se há vagas para todos os moradores e se há local para os visitantes guardarem seus carros. Não se esqueça de examinar quais são os equipamentos de segurança utilizados", lembra.

Comparar o valor da taxa condominial com prédios vizinhos ajuda a analisar se compensa pagar o preço cobrado e se a quantia é adequada em relação a toda infra-estrutura oferecida pelo condomínio. "Piscinas, academia, salões de festas, quadras de esportes, bosques ou grandes jardins, lavanderia e outras comodidades garantem conforto aos moradores, mas tudo isso pode custar caro. Quanto mais benefícios o condomínio oferecer, maiores serão as taxas. Por isso é bom estar preparado e pesquisar muito antes de comprar", acrescenta.

18 de ago de 2011

Especialistas debatem Segurança Condominial e dão dicas de como proteger seu patrimônio

O Tenente José Elias de Godoy, um dos maiores especialistas do Brasil em segurança em condomínios, que junto com com Saulo C. Rêgo Barros é o autor do "Manual de Segurança em Condomínios.

Oitenta e um por cento das pessoas, segundo pesquisas efetuadas, adquirem imóvel em condomínio por causa da segurança. "Mas o condomínio não é tão seguro quanto a gente pensa que é", afirmou o Tenente Elias, e as notícias publicadas nos últimos quinze dias nos jornais sustentam esta afirmação: "Quadrilha invade condomínio na Bela Vista", "Assalto em condomínio em Atibaia", "Bando invade prédio no Brooklin", "Arrastão no prédio em Tatuapé", "Bando faz arrastão em condomínio de luxo no interior (Salto)".

Para o Tenente Elias "não existe segurança total, cem por cento", mas há medidas para minimizar riscos.

Segurança física das instalações
O condomínio tem de ter muros altos, grades, portões, tem de ser e permanecer fechado, tem de ter guaritas apropriadas, com telefone desbloqueado para que o porteiro possa acionar as autoridades. Os interfones tem de estar em perfeito funcionamento, inclusive dentro dos elevadores. Também é recomendável a utilização de radio-comunicadores para comunicação funcional e de eventuais emergências. Uma iluminação adequada também é essencial, eliminando pontos de penumbra, mesmo na área perimetral. A penumbra facilita a ação do marginal.

Investimento em funcionários
Mas, para Elias, o equipamento mais sofisticado mostra-se inútil se o funcionário do prédio não sabe como reagir a uma ocorrência na área de segurança. E, analisando as invasões de condomínio, constata-se que em quase a totalidade das vezes o problema tem uma origem comum: falha humana. O investimento, para Elias, começa na contratação de qualquer funcionário que venha exercer funções no condomínio: verificação de atestados, SERASA, SPC, antecedentes trabalhistas, motivo das demissões, etc. O condomínio deve, também oferecer treinamento a todos seus funcionários. "Esses profissionais muitas vezes são marginaizados, largados na portaria, mas essa pessoa que está na portaria é que está fazendo nossa segurança", afirmou Elias. Deve, portanto, ter condições adequadas de trabalho: local apropriado, com temperatura amena.

Conscientização do condômino
"Este é talvez o lado mais complexo do assunto", segundo Elias. O condômino, que é o maior interessado na sua própria segurança, muitas vezes pensa que ao pagar o condomínio já está fazendo sua parte. Mas é fundamental que o condômino participe das reuniões, conheça e respeite as normas de segurança. "O morador é cem por cento responsável da segurança condominial", afirmou Elias, mas é o próprio morador que acaba marginalizando o funcionário que, exercendo suas funções, faz a segurança preventiva do condomínio. É comum o condômino criar caso quando um parente é detido na portaria para registro de acesso, desestimulando o funcionário e comprometendo todo o sistema de segurança. Elias citou o caso de um condômino que ficou extremamente irritado com um funcionário quando este, segundo as normas de segurança do prédio, negou permissão ao entregador de pizza para efetuar a entrega no apartamento do condômino. Poucos anos depois, o condômino elegeu-se síndico do prédio, e na primeira oportunidade demitiu aquele funcionário, só por vingança. Até fora do condomínio o morador é co-responsável pela segurança da sua moradia: em muitos casos os assaltantes rendem o morador fora do condomínio e entram junto com ele. Apesar dos equipamentos de segurança, a portaria é o ponto mais vulnerável do condomínio.
fonte:http://www.sampaonline.com.br

13 de ago de 2011

Como proteger seu prédio contra assaltos e invassões


Porteiros e vigilantes
As medidas de segurança a serem adotadas por porteiros e vigilantes visam impedir a oportunidade do crime. Porteiros e vigilantes devem:
Conhecer todos os moradores;
Evitar contato direto com desconhecidos e visitantes;
Não dormir ou distrair-se durante o expediente;
Não transmitir informações sobre os moradores do condomínio a quem quer que seja;
Utilizar corretamente os meios de segurança existentes;
Conhecer localização do telefone público mais próximo para emergências;
Acionar o 190 somente em situações de emergência;
O ingresso de prestadores de serviço deve ser permitido em horários pré-determinados (agendamento prévio) e mediante identificação documento e crachá, cujos dados deverão ser anotados) .
Só permitir o acesso de prestadores de serviço às dependências do condomínio devidamente acompanhados
Ao atender estranhos (visitantes, entregadores de encomendas ou prestadores de serviço) manter os portões fechados e as pessoas do lado de fora. O portão somente deve ser aberto após a identificação do visitante e da autorização por parte do morador. Se há quaisquer dúvidas quanto à identidade do visitante, o morador deve descer à portaria para identifica-lo.
Manter as portas de depósito de lixo fechadas fora dos horários de coleta
Não ficar na calçada com as chaves da portaria no bolso (ex: ao lavar a calçada)

Condôminos e moradores
Não entregar as chaves do apartamento ou dos veículos aos funcionários do prédio;
Obter informação de antecedentes de empregados domésticos bem como o endereço atual, e informa-los ao síndico;
Não permanecer em horários impróprios do lado de fora da portaria;
Manter sempre sempre a porta do apartamento fechado;
Manter veículos fechados, com alarme acionado;
Informar ao zelador sobre grandes períodos de afastamento (férias, por exemplo) e proibir acesso de estranhos durante o período;
Elogiar o funcionário quando pratica uma atitude correta. A repreensão do funcionário quando age segundo as normas de segurança do prédio incentiva que ele dê uma esmorecida nas regas de segurança

Zelador e Síndico
Manter atualizado endereços de empregados
Instalar equipamentos básicos de segurança
Manter em condições manter em condições os equipamentos de segurança
Estabelecer códigos com vizinhos e funcionários para denunciar ação de marginais
Estabelecer procedimentos de acesso para visitantes e representantes de empresas prestadoras de serviço
Entregadores não devem subir aos apartamentos. Esta é, deselegante e impopular, uma medida de segurança. "Quando pensamos em segurança, temos de pensar no que é certo e no que é errado", afirmou o Major Dutra

Fiscalizar as garagens periodicamente e estabelecer crachás de acesso
Equipamentos e técnicas de segurança
A melhoria da segurança condominial requer coletar dados do que precisa melhorar, realizar um estudo da situação, formular alternativas e selecionar um plano a adotar. Há alguns itens que podem ser citados:
O porteiro tem de visualizar -e ficar atento a- todas as entradas. Caso haja qualquer obstrução da visualização devem instalar-se equipamentos (ex: câmeras) para substituir a visibilidade direta
Jardins e áreas verdes devem ser sempre visíveis
As portarias e guaridas devem estar devidamente protegidas
Instalar espelhos retrovisores nas garagens
Reforçar portões e grades
Instalar fechaduras e chaves de boa qualidade
Instalar circuito interno (câmeras)
Eventualmente, contratar patrulhamento ostensivo ou até cães de guarda
Verificar a iluminação das áreas externas do condomínio
Verificar / construir muros ou cercas
Instalar porteiro eletrônico ou interfone
Alarmes e sensores de presença devem ser testados periodicamente
Instalar relógio de vigia quando o porteiro faz ronda
Automatizar portas e portões
Fomentar a utilização de equipamento de comunicação (radio, HT e telefones)
Instalar caixas com portinholas para recepção de encomendas
Nada, entretanto, substitui a atenção dos funcionários do condomínio", enfatizou o palestrante.

Ao ligar para o 190
"Os policiais que atendem o 190 são qualificados para um atendimento imediato", afirmou o Major Dutra. É essencial passar a maior quantidade de informações para que a viatura que vai atender a ocorrência tenha as melhores condições possíveis de efetuar um atendimento correto
procure manter a calma;
seja claro e preciso nas informações;
Responda às perguntas do atendente de maneira clara e objetiva;
Ao se referir ao local da ocorrência, forneça o endereço completo, com o do local, além de um ponto de referência de facil localização e visualização (uma loja conhecida, locadora, praça, avenida, etc.);
Forneça característica e peculiaridades das pessoas envolvidas (sinais, cicatrizes, cor de roupa, etc), tanto vítima quanto criminosos. No caso de ocorrência criminal, identifique, se possível, se os criminosos estão armados;
Caso lembre posteriormente de informações adicionais (place do carro envolvido na ocorrência, por exemplo) ligue novamente para o 190; os policiais são orientados em tempo real.
fonte:http://www.sampaonline.com.br

12 de ago de 2011

Como agem os ladrões de Condomínios


Os marginais, atualmente, têm-se utilizado os mais diversos ardis para entrar nos condomínios com a finalidade de cometerem algum tipo de delito contra seus moradores. O noticiário tem mostrado, neste último mês, vários assaltos em prédios e como isso tem acontecido. Os fatos mostram que em 90% das ocorrências de roubo em condomínios, os assaltantes entraram pela porta da frente do prédio. Ou seja, de alguma forma burlaram ou violaram o sistema de segurança montado, ludibriando, principalmente, o porteiro de serviço. O que chamou atenção foi o ocorrido no bairro da Mooca, onde foi veiculado na imprensa o seguinte: “Pelo menos seis homens armados invadiram um condomínio de prédio residencial e assaltaram alguns apartamentos na Mooca, zona leste de São Paulo, na manhã desta terça-feira (15/12/09). De acordo com a Polícia Civil, os ladrões teriam entrado pela garagem do prédio e renderam os moradores que estavam no local. Eles foram deixados no salão de festas, enquanto os criminosos roubavam os apartamentos.” Fonte Folha Online (15/12/09).
Modus Operandi mais utilizados pelos ladrões para cometimento de delitos: • Saltando os muros e cercas do pátio em locais vulneráveis e fora da visibilidade do porteiro ou vigilantes; • Pulando os muros e cercas e, uma vez dentro do condomínio, galgam as varandas dos apartamentos para ter acesso a estes ou, também, pela escada de serviço; • Como “passageiros” de veículos de entrega que entram na garagem; • Pelo portão de serviço travestidos de prestadores de serviço de Telefonia, Sabesp, Comgás, Eletropaulo, empresas de TV a cabo, de eletricistas, encanadores, entregadores de pizza e encomendas, etc.; • Iludindo o porteiro de forma que este permita que o ladrão entre pelo portão principal ou mesmo pelo portão da garagem; • Passando-se por comprador de imóvel, ludibriando o porteiro, sob a alegação de ter que olhá-lo, a fim de fazer uma avaliação; • Apresentando-se através de uma mulher bonita, a fim de distrair a atenção do porteiro. E de persuadi-lo a abrir o portão; • Pela porta principal ou portão da garagem, acompanhando um morador que entra a pé ou dirigindo um veículo, ameaçado e subjugado pelo assaltante; • Tocando a buzina ou piscando os faróis do veículo defronte o portão da garagem para que o porteiro o abra inocentemente; • Pelo portão da garagem quando este permanece aberto durante a entrada ou saída de veículos; • Pelo uso de artimanha junto ao porteiro, dizendo a este que veio buscar TV, carro, sofá, etc., do morador, exibindo, até mesmo, bilhete e telefone do condômino para verificação; • Como morador do próprio condomínio (normalmente adolescente) ou mesmo como empregado; • Passando-se por amigos de moradores ou ainda dizendo-se vizinho, a fim de acompanhar o condômino e enganar o porteiro; • Apresentando-se como entregador de cesta de café da manhã, flores, encomendas em geral, bem como entregador de jornais e revistas durante a noite; • Passando-se por policiais militares, policiais civis e policiais federais, uniformizados ou não, em carros particulares, querendo entrar no prédio; • Apresentando-se como oficial de justiça ou advogado, querendo forçar a entrada no condomínio sem se identificar; • Por ação violenta de surpresa, com quadrilhas especializadas em tais delitos. O importante é conhecer a maneira de agir dos ladrões, a fim de se prevenir contra tais atos e dificultar a ação dos meliantes, uma vez que, estando preparados, poderemos minimizar os riscos de surpresas e de ficarmos reféns dessa covarde violência.
fonte:http://www.sindiconews.com.br

Como fazer do porteiro um verdadeiro controlador.


Sem dúvida alguma, a grande preocupação que assola a população, em todas suas camadas sociais é a segurança residencial, pois o Lar é considerado o espaço mais íntimo de todo cidadão, merecedor da proteção Constitucional.

O que vamos nos ater nesta matéria, é especificamente a Proteção de Condomínios, sejam verticais ou horizontais, enfocando aspectos técnicos e de Recursos Humanos.

As pessoas, ao adquirirem suas moradias em Conjuntos Residenciais, buscam dentre outras coisas, conforto e tranqüilidade. Para isso, investem alto em obstáculos físicos, equipamentos eletrônicos, softwares sofisticados, sistemas integrados de segurança, alarmes, equipamentos contra incêndio e até contratação de empresas especializadas em segurança e vigilância.

Diante de tal preocupação, observamos que os moradores se esquecem, na maioria das vezes, de que a pessoa que opera grande parte dos equipamentos relacionados acima, que recepciona seus visitantes, que zela pela sua segurança, enquanto descansam, que abrem e fecham as portas do condomínio para entrada e saída de conhecidos ou estranhos, que permanece diuturnamente observando a rotina de cada um dos condôminos é o profissional em portarias, denominado como PORTEIRO .

Vale a pena ressaltar que na quase totalidade dos furtos, roubos e invasões de Conjuntos Residenciais, os meliantes adentraram pela porta da frente, ou seja , pela Portaria Principal dos Condomínios, utilizando-se dos ardis mais diversificados, aproveitando-se principalmente, do pouco preparo que possuem os seus PORTEIROS, facilitando assim a ação de salteadores e até seqüestradores, que por conhecerem essa fragilidade aplicam diferentes formas de golpes em cima desses profissionais, no intuito destes franquearem seus acessos às residências.

Visto isto, podemos perceber quão importante é a atuação do PORTEIRO no sistema de proteção de um Condomínio, e portanto, ficam aqui as indagações: Quanto custa a segurança de sua família e por conseqüência a de seu patrimônio? O que representa, no orçamento do Condomínio, o aperfeiçoamento pessoal de seus PORTEIROS, a fim de que se tenha um profissional a altura das necessidades de cada Conjunto Residencial.

Para se chegar a este nível, devemos atentar inicialmente para a seleção e contratação de pessoas com qualificações, tais como: idoneidade moral, aptidão profissional, formação educacional e capacidade física, adequadas ao serviço . Após isto, promover treinamento adequado aos futuros PORTEIROS, a fim de prepará-los profissionalmente dentro das atividades relativas a sua função e adaptá-los às normas, rotinas e regulamentos de cada Condomínio.

Feito tudo isto devemos promover a implantação do serviço, com um acompanhamento bem aproximado do desempenho dos PORTEIROS, corrigindo possíveis distorções e orientando-os em caso de dúvidas e problemas que possam surgir. Todos estas etapas demandam uma aplicação em tempo e dinheiro, mas cabe-nos lembrar que, a tranqüilidade, segurança e confiabilidade profissional proporcionado por PORTEIROS bem preparados não é um Custo, mas sim um INVESTIMENTO.
fonte:http://www.suat.com.br

10 de ago de 2011

Cuidados que o Zelador deve ter para prevenir incêndios


-Previnir e o principal objetivo:
1. Manter circulações, escadarias e saídas completamente desimpedidas e livres.
2. Manter o lixo em recipiente metálico e tampado.
3. Manter os materiais inflamáveis em local apropriado e bem ventilado.
4. Revisar periodicamente os hidrantes do Edifício.
5. Revisar periodicamente o quadro geral quanto à fiação, chaves e fusível.
6. Revisar quanto ao estado geral, os aparelhos e acessórios de ligação.
7. Vistoriar os extintores de incêndios e mangueiras.
8. Ventilar o local em que esteja havendo vazamento de gás, abrindo portas e janelas.
9. Não ligar chave elétrica nem acender fósforos, isqueiro ou similar ao perceber vazamento de gás.
10. Orientar sempre moradores e outras pessoas quanto às causas de possíveis incêndios.
11. Instruir os vigias noturnos de como devem proceder no caso de ocorrências de fogo.
12. Não permitir que pessoas fumem ou entrem com cigarros acesos no elevador.
13. Não permitir que seus subordinados esquentem as refeições em lata com álcool, principalmente na área da garagem.
14. Não permitir o acúmulo de lixo, entulho, jornais e revistas, colchões, móveis velhos, etc. Nas áreas de garagem e casa das máquinas.
15. Nunca reforçar fusíveis ou substituí-los por outros materiais.
16. Não obstruir equipamentos de emergência como extintores, hidrantes, alarme, dispositivos elétricos, etc.
17. Manter sempre aberto, registro de água da reserva de incêndio.

NOTA:

• Extintor, hidrante, escada e luz de emergência e porta corta fogo são equipamentos obrigatórios em prédios residenciais.
• As portas cortam fogo devem permanecer sempre fechadas.
• Verificar sempre as baterias que comandam as luzes de emergência.
• 0 corrimão na escada de emergência é obrigatório.
• Caso a escada seja em formato de leque, o corrimão estará à direita; sua extremidade deve estar virada para a parede, colada a ela.
fonte:http://tudosobreseguranca.com.br

INFORMAÇÕES PARA SEGURANÇA DE USUÁRIOS DE ELEVADOR


Sua segurança significa tudo para nós. Em nossas instalações, nos locais de trabalho e através da promoção de segurança nas comunidades, nós trabalhamos para assegurar que o transporte todo usuário seja seguro e tranqüilo. Você também pode contribuir seguindo estas dicas de segurança sempre que você utilizar um elevador.
Quando se aproximar de elevadores, siga estas recomendações:

Tenha certeza do seu destino. Aperte o botão do elevador uma vez para o andar para o qual deseja ir.
Veja ou ouça o sinal anunciando a chegada do elevador.
Fique ao lado da saída dos passageiros. Aguarde pela chegada do próximo carro se o elevador estiver lotado.
Não tente parar o fechamento das portas com algo, incluindo mãos, pés, bengalas, etc. Espere pelo próximo elevador.
Utilize as escadas se houver incêndio ou outra situação que poderá levar a uma interrupção no fornecimento de energia.

Quando entrar e sair dos elevadores, siga estas orientações:

Entre e saia cuidadosamente. Passageiros próximos às portas devem se mover primeiro.
Pressione rapidamente o botão para o seu andar e se mova para o fundo do carro para deixar espaço para os demais passageiros.
Segure firmemente crianças e animais.
Fique atento às portas, mantenha roupas e o que carregar longe delas.
Aperte e segure o botão de abrir porta se as portas necessitem ser seguradas ou peça para alguém apertar o botão para você.

Quando estiver em um elevador, siga estas recomendações:

Fique distante das portas.
Segure o corrimão, se disponível.
Preste atenção na indicação de andar e se prepare para desembarcar em seu destino.
Se as portas não abrirem quando o elevador parar, aperte o botão ABRIR PORTA. Se as portas ainda não abrirem, toque o botão de ALARME e / ou use o telefone ou intercomunicador. Aguarde até que uma pessoa qualificada possa atendê-lo.

Proteja-se se o elevador parar entre andares:

Aperte ou puxe o botão de ALARME para chamar assistência.
Telefone para solicitar ajuda, se o telefone estiver disponível. Um intercomunicador ou um alto falante também podem estar disponíveis. Siga as instruções para o uso
Não force a abertura da porta do elevador.Não tente sair do elevador.
Seja paciente —ajuda está a caminho. Você está seguro e há bastante ar. Relaxe e espere ajuda.
fonte:http://www.otis.com

Dicas de segurança ao condomínio

De acordo com a cartilha “Condomínios Imobiliários”, do Secovi-RJ, transcrevemos alguns conselhos de interesse dos síndicos e condôminos. São regras práticas de conhecimento geral, mas dispostas de modo sistematizado, o que facilita a sua compreensão. Tratam da portaria e da prevenção de acidentes e incêndios. Visam melhorar a segurança do prédio e seus moradores.

Cuidados do Porteiro

* O porteiro deve permanecer sempre na portaria.

* Deve registrar, no livro de anotações, a entrada e saída de prestadores de serviços eventuais, como mecânicos, pintores, técnicos em conserto de telefone, luz, equipamentos, gás etc.

* Nunca permitir a entrada de estranhos, sem prévia consulta ao morador indicado pelo visitante. Após ser permitido o acesso, verificar se a pessoa se dirigiu ao local ao qual disse que iria.

* Suspeitar de pessoas carregando pacote e parecendo estar à procura de alguém no prédio, sem saber com certeza o nome do destinatário.

* Estabelecer uma palavra-chave (senha), periodicamente substituída, a ser usada no interfone para avisar que pode ocorrer ou está ocorrendo um assalto.

* Estabelecer um gesto a ser usado no olho-mágico para avisar o morador que se encontra naquele momento sob a ameaça de assalto. Todos os moradores devem conhecer o gesto, evitando abrir a porta e avisando a polícia o mais rapidamente possível.

* À noite, manter a portaria às escuras, e a parte externa do prédio, bem como o acesso ao condomínio, racionalmente iluminados.

* Não permitir a saída de pessoa não-moradora que esteja carregando um objeto ou pacote, sem autorização do morador visitado.

* Chamar a polícia se observar veículo com um ou mais ocupantes estacionado nas proximidades do prédio por longo tempo.

* Chamar a polícia se um veículo com o(s) mesmo(s) ocupante(s) passar várias vezes, lentamente, diante do prédio, parecendo estar observando a rotina da portaria e do acesso à garagem.

* Chamar também a polícia no caso de ver uma ou mais pessoas por muito tempo nas proximidades observando o prédio.

Prevenção de acidentes

No sentido de evitar pequenos e grandes acidentes no edifício, especialmente incêndios, a cartilha do Secovi-RJ oferece recomendações muito úteis aos síndicos, mas cuja implantação deve ser exigida por todos os moradores, em assembléia. São elas:

* Certifique-se de que seu condomínio atende às normas exigidas pelos bombeiros (portas corta-fogo, alarmes etc.).

* Cheque periodicamente a carga dos extintores e sua validade.

* Mantenha sinalização adequada, indicando hidrantes, extintores, saídas de emergência etc.

* Em caso de prédios comerciais, forme e treine a brigada de incêndio.

* Exija do porteiro e de cada condômino o correto armazenamento de substâncias inflamáveis, gás etc.

* Promova periódicas revisões nos sistemas elétricos.

* Sinalize a entrada e saída de veículos.

* Proíba brincadeiras, bicicletas e assemelhados na garagem.

* Certifique-se de que o porteiro e demais empregados saibam manusear extintores e conheçam as características de cada um (espuma, gás carbônico, pó químico etc.).

As informações acima são de utilidade pública, podendo ser transmitidas e divulgadas por qualquer meio. Se tiver a oportunidade, por favor, faça-o. Toda a atenção que dermos à segurança dos condôminos será recompensada com melhor qualidade de vida, paz de espírito e tranqüilidade.
Por Luiz Fernando de Queiroz
fonte:http://www.jornaldosindico.com.br

4 de ago de 2011

Depois das dez da noite não pode ter barulho no condomínio!


A pessoa batalhadora chega tarde do serviço e ou da faculdade em casa, e, toc toc toc, desapercebida e cansada, imprudentemente soca o sapatinho de salto alto no assoalho de carpete de madeira fina, que ressoa no piso residencial imediatamente abaixo. Não pode. Depois das dez da noite tem que usar chinelo soft de feltro, mesmo que seja às vezes algo brega.

Quer gritar o gol de seu time predileto (vá lá que seja o Palmeiras na segundona), mas, deve gritar pra dentro, socar o travesseiro, xingar em braile. Depois das dez não pode.

Imagine então puxar móveis como sofás, bicamas, armários, ligar rádio, derrubar objetos, falar alto, gritar pela janela, atirar cigarro prédio abaixo, ouvir walkman (o barulhinho propaga na sonoridade do prédio), pois os vizinhos do andar de baixo, de cima ou das laterais vão chiar barbaridade, com razão até, plenos de direitos.

Se formalizar reclamação por escrito, toma multa alta, no mínimo um valor de condomínio. Na reincidência, o dobro. E se houver reincidência costumeira, despreparo para viver em comunidade, em condomínio civilizado, a polícia é chamada - há uma lei municipal a propósito de barulho após as 22.00 horas - e o Condomínio via Síndico é acionado para, incontinente multar o locatário e acabar com o problema, ou até há base legal transitada em instância superior para uma ação indenizatória contra todos os envolvidos diretos e indiretos (parentes menores, empregada) até uma final ação de despejo contra os barulhentos da Família Buscapé depois das dez.

Claro que o pai às vezes não sabe o que o Júnior apronta nas quebradas do condomínio enserenado, nem que chega de supetão e quer assobiar um rock pauleira, puxar o som pra perto, armar um circo que, embalado de alguma maneira pode nem sacar que faz barulho fora de hora e fora de propósito. Mas faz. Quando me pagaram para escrever esse artigo para a revista Edifícios e Condomínios, comecei a lembrar as experiências que tive morando em prédio pop, afinal, quem mora num apê tem que sacar que ele não é um conglomerado mal-feito e superfaturado como um Cingapura qualquer, mas um edifício residencial e que, os guerreiros urbanos depois das dez querem descansar na moleza restauradora para um novo dia de trampo, de batente. Se for tomar uma cerva papeando, não faça barulho alto. Cuidado ao abrir a latinha. Muito menos se quiser namorar a patroa-musa-vítima com exagerados afetos explícitos. Cuide-se. Mostre educação básica e cidadania vivencial. Viver em grupo exige harmonia, e, claro, um mínimo de princípio ético-plural-comunitário. Tudo é uma questão de educação, claro.

De berço mesmo. Os pais devem sondar os problemas. Conversar com os teens, os que chegam tarde, os que abusam, provocam vizinhos. Já soube de autoridade babaquara aí querendo salvar denúncias assim na carteirada, mas foi só acionar a imprensa e ou a corregedoria da justiça, e a presunção de impunidade cessou, afinal, qualquer autoridade é uma autoridade assim apenas em seu mister e ofício de contexto técnico-funcional, no recesso social de um condomínio é um cidadão-contribuinte como qualquer outro, com direitos, deveres e, bobeando, claro, sofre sanções legais. Claro que, o primeiro toque é sempre numa boa. Faz parte. Via interfone, vigia, zelador, porteiro, cartinha ou acionando a Síndica que está mesmo para descascar o abacaxi, mas, se não houver jeito, prova testemunhal vale e uma perícia hábil vai provar que o gaiato chega tarde, puxa coisas, tosse, pisa duro, arrasta cacarecos, faz um tropel e, claro, isso não pode em hipótese alguma, muito menos cachorro latindo. Quem gostar de bagunça pra se coçar, folgado que seja ou aéreo, que vá ser um ermitão pós-moderno na selva distante de animais irracionais, entre antas e gambás. Porque na selva de pedra de Sampa todos têm que trabalhar e estudar todo santo dia, porque os caraminguás andam rareando e todo mundo na verdade tem direito ao descanso noturno, ao sagrado sono aliviador, não que uma empregada mal controlada abra portas ou varra a casa tarde da noite, um moleque radical sem controle puxe coisas, uma filha birrenta e sem educação ponha toda uma convivência familiar a perder, acabando por dar prejuízo no bolso do chefe do clã. E quem não tiver saco para agüentar a falta de educação toda, o banzé fora de hora, depois das dez da noite, que disque logo 190 e chame a Polícia!
fonte:http://www.direcionalcondominios.com.br

1 de ago de 2011

Condomínios dicas para diminuir despesas e evitar riscos


O Procon relaciona, a seguir, algumas recomendações para que você, administrador, síndico, proprietário ou inquilino de um condomínio venha contribuir para a melhoria da qualidade de vida, harmonização no convívio coletivo e até redução de custos condominiais.

Agindo de acordo com as leis em vigor, dando cumprimento a convenção e regulamento interno e procurando atuar com bom senso respeitando os direitos individuais e assumindo a sua responsabilidade ao cumprimento dos deveres e obrigações estabelecidas, com certeza o seu "Viver em Condomínio" será bastante agradável. Participe do dia a dia do condomínio, auxiliando vizinhos e o síndico na administração do prédio. Faça críticas quando cabíveis, mas também apresente sugestões como:

· Estudo voltado à utilização racional da água, evitando desperdícios e vazamentos. Limpeza das caixas d’água regularmente e tratamento da água das piscinas. Cadastramento da edificação por unidade familiar na Sabesp.

· Vistoria periodicamente a parte elétrica, hidráulica da edificação e de gás.

· Verificação do cumprimento das normas municipais e estaduais quanto à segurança da edificação (extintores, seguros, sinalização, elevadores etc.).

· Realização de pesquisas de preços na aquisição de produtos, principalmente de limpeza, e a sua guarda em local seguro; Controle de entrada e retirada, evitando, desta forma, furtos, desvios ou desperdícios.

· Análise prévia dos contratos, inclusive os de prestação de serviços que forem assinados em nome do condomínio.

· Exigência de emissão de notas fiscais ou recibos em nome do condomínio, quando da compra de materiais e execução de serviços.

· Manutenção atualizada e em local seguro dos livros contábeis, notas fiscais e recibos que comprovem pagamentos.

· Programação e realização de campanhas educativas (material reciclado, limpeza, fumo, drogas, bebidas etc.). Mobilização para implementação dos programas.

· Evitar atraso no pagamento das contas, que acarretam multas e aborrecimentos.

Para fazer valer seus direitos, os condôminos, inquilinos ou proprietários, devem cumprir normas de comportamento, respeitar o direito dos moradores, funcionários e vizinhos, cumprir suas obrigações, zelar pelo bem privativo e comum e principalmente participar efetivamente das assembléias contribuindo para o aprimoramento das relações condominiais.

Fonte: Procon-SP.