26 de jun de 2012

Condomínio verde: aprenda a fazer seu jardim de varanda


A decoração de varandas nos apartamentos deve sempre respeitar a convenção coletiva do condomínio, que determina o visual da fachada do prédio e garante, assim, a homogeneidade visual. Isso não significa que você deve deixar sua varanda mais seca que um deserto. Vasos com plantas e flores podem causar um grande impacto e proporcionar bem estar para os moradores.

Mas como fazer um jardim de varanda sem colocar em risco a boa convivência com os vizinhos? O primeiro passo é verificar a convenção de condomínio para saber exatamente o que pode ou não ser feito na fachada. Se você, por exemplo, quiser colocar vasos com samambaias, é preciso saber se o seu prédio aceita ou não este tipo de alteração no visual.

Em seguida, confira se a estrutura da varanda pode suportar o peso de vasos e plantas. A maioria delas consegue, mas existem varandas construídas em madeira e que não podem apoiar vasos grandes e pesados. Se este for o seu caso, opte por vasos em resina, muito mais leves que os de cerâmica, e em tamanhos menores.

Observar o clima da varanda ou terraço é outra medida importante na hora de investir em um jardim. A direção do vento e a incidência de sol são fundamentais para identificar as espécies corretas a serem plantadas. A precipitação também deve ser registrada: algumas varandas não recebem muitas chuvas, então é preciso atenção redobrada com a rega das plantas.

Neste projeto do paisagista Odilon Claro, da Anni Verde, foram utilizadas tinas enfileiradas para reduzir a sensação de irregularidade do espaço. Criar diversos níveis para colocar os vasos, com aparadores e prateleiras, é uma saída para aproveitar bem o espaço livre. O paisagista também apostou em um jardim suspenso ao fundo, para que a parede fosse “tomada” pela folhagem.

E se você gosta de cozinhar para receber os amigos ou agradar sua família, que tal apostar em ervas aromáticas e temperos frescos? Além de decorar, a plantação deixa um perfume agradável no ar. Manjericão, tomilho, orégano, pimentas, lavanda, capim-limão e alecrim são exemplos de ervas com bom desempenho ao serem cultivados em vasos.
fonte:http://www.licitamais.com.br/noticias/Jardinagem

14 de jun de 2012

Guia para reciclagem em condomínios

Com o aquecimento global, entraram em voga as diferentes formas de “salvar” o planeta, e a reciclagem é uma das formas mais eficientes (e fáceis) de se fazer isso. Por meio dela (e dos outros "erres", de reutilizar e reduzir), os recursos naturais são menos utilizados, garantindo às gerações futuras o acesso a eles.

Nos condomínios de todo o Brasil, a prática da coleta seletiva tem se tornado cada vez mais frequente, graças à maior conscientização das pessoas.

Segundo o IBGE, há três anos existiam cerca de 120 mil condomínios no Brasil. Com o recente crescimento imobiliário, esse número aumentou consideravelmente e isso deve impulsionar a reciclagem nacional - que ainda engatinha, já que apenas 5% do lixo produzido diariamente é reciclado.
“Cerca de 70% dos nossos clientes têm implantada a coleta seletiva em seus condomínios”, afirma Claudia Oliveira, gerente de Relacionamento da WA Administradora de Condomínios.

Por outro lado, quantidade não é qualidade. A prática ainda enfrenta a falta de conscientização de parte dos moradores, seja pela recusa da reciclagem, ou pela seleção errada dos materiais, que devem ser divididos em metal, plástico, vidro e papel.
A quantidade coletada é repassada para cooperativas e empresas especializadas na reutilização, que fabricam itens como roupas, objetos artesanais, cadernos e agendas.

Crianças são mais conscientes
Na hora de dar o exemplo, os papeis se invertem. As crianças, que têm contato com a reciclagem na escola e na mídia, são muito mais ativas do que os adultos. “Temos projetos como o síndico-mirim, que são os maiores incentivadores da reciclagem nos condomínios. As crianças ajudam muito mais do que os adultos”, conta Claudia.

Os pequenos também precisam ser supervisionados pelos porteiros e zeladores, já que muitas vezes colocam, literalmente, a mão na massa na hora de reciclar, o que gera riscos.
De qualquer modo, para que a reciclagem entre de vez na rotina dos brasileiros, ainda falta muito trabalho. Apenas quando a reciclagem estiver presente (e sendo executada corretamente) em 100% dos condomínios, é que a conquista pode ser comemorada. As pessoas estão no caminho certo, e todos serão beneficiados com as melhorias.

Guia para implantação
Para orientar melhor a implantação da coleta seletiva em condomínios, a engenheira Flávia Guimarães Orofino organizou um guia com dicas para se iniciar a prática. A redação do LicitaMais selecionou alguns itens para orientar os leitores.

1ª Etapa - definição da equipe
Organizar um grupo para elaborar, implantar e dar continuidade ao projeto. O ideal é formar uma equipe, para que apenas uma pessoa não seja sobrecarregada. A participação de crianças na comissão de implantação tem mostrado excelentes resultados na adesão da comunidade envolvida (ex.: "síndico mirim").

2ª Etapa – elaboração do projeto
No planejamento deve constar toda a estrutura que será necessária para uma coleta eficiente. Nele deve constar a estrutura física, com a compra de latões coloridos e o local de armazenamento; a quantidade de latões a serem comprados, levando-se em conta o volume de material coletado; os tipos de lixo que são produzidos (por exemplo: se há mais plástico do que vidro); o meio de transporte do material (se a prefeitura busca, ou se é necessário levar às cooperativas especializadas), e as datas em que ele ocorre.

É importante também criar um planejamento de comunicação, informar os demais condôminos tanto da implantação do projeto quanto o andamento da coleta seletiva. Quanto melhor a divulgação de dados, mais motivados os moradores ficarão para continuar separando os materiais.

Há também a opção de venda dos materiais separados. Para isso, deverá ser feito um contato com possíveis compradores, sucateiros ou empresas especializadas, para acertar itens como preço, tipos de materiais e transporte.

3ª Etapa – implantação
Colocar em prática o que se planejou não é tão fácil quanto parece. É quando surgem os problemas, as dúvidas e as divergências. Manter um canal com os demais condôminos é imprescindível, assim como seguir à risca o planejamento.

A comunicação deve ser feita de duas maneiras: oral e escrita. A oral baseia-se nas conversas do dia a dia, elevadores e reuniões de condomínios. A escrita é feita por meio de cartazes, boletins mensais e mensagens nos murais e elevadores. O importante é ter uma boa divulgação, para que a coleta se torne parte da rotina do condomínio.

4ª Etapa – escoamento
Saber para onde o material coletado será enviado é muito importante. Isto porque, se ele for para aterros comuns, todo o trabalho de separação será perdido. Portanto, deve ser feito um acompanhamento do destino dos materiais junto às entidades coletoras.

Curiosidades sobre reciclagem
•    Para fabricar 1 tonelada de papel reciclado são usados 2.000 litros de água. Para produzir a mesma quantidade a partir da madeira gastam-se 100.000 litros;
•    1 tonelada de papel reciclado evita o corte de até 20 árvores;
•    Para se fabricar 1 kg de vidro (equivalente a três garrafas de litro) é necessária a extração de 1,3 kg de areia de dunas e rios;
•    Com 1 kg de vidro quebrado se faz exatamente 1 kg de vidro novo;
•    A energia economizada com a reciclagem de uma única latinha de alumínio é suficiente para manter uma televisão ligada por três horas;
•    Cada tonelada de alumínio reciclado economiza a extração de 5 toneladas de bauxita;
•    Atualmente já se fabricam tecidos que trazem em sua composição 20% de fios de plástico obtidos das garrafas de refrigerante (cuja origem são as resinas de Polietileno Tereftalato – PET). O plástico convertido em fios, também é utilizado na fabricação de vassouras e escovas.
Fonte:http://www.licitamais.com.br

10 de jun de 2012

Saiba como deixar o seu condomínio mais seguro

Moradores, síndicos e funcionários devem colaborar. Confira dicas práticas para deixar o lugar onde você mora ou trabalha longe de perigos.
Moradores, síndicos e funcionários devem estar sempre atentos e comprometidos para fazer dos condomínios lugares realmente seguros. Confira algumas dicas práticas do Secovi-RJ para colaborar com a manutenção da tranquilidade onde você mora ou trabalha.

Dicas para os moradores:

- Peça ao síndico para estabelecer um código de segurança para os moradores;
- Não deixe as chaves de casa em poder de empregados, nem na portaria do condomínio. Uma opção é deixar uma cópia da chave com o vizinho, para qualquer emergência;
- Procure conhecer os hábitos de seus vizinhos, e relacionar-se com eles. A construção de relações amistosas e de confiança é uma importante maneira de se combater a violência;
- Não comente sobre sua vida (negócios, bens materiais, etc.) na presença de empregados
da sua casa ou do prédio. Oriente seus filhos a também evitarem comentários sobre a vida da família;
- Não faça alarde sobre viagem que pretende realizar. Avise apenas ao porteiro ou zelador
que você ficará fora por um período de tempo.

Dicas para os síndicos:

- Um bom sistema de segurança começa pelas instalações. Quanto menor o número de vias de acesso, melhor o controle e menor o custo para assegurar o patrimônio;
- Tenha cadastrados os moradores e uma relação de prestadores de serviços do prédio, como empregados domésticos e entregadores;
- Instale e use interfones no condomínio. É a ferramenta de trabalho mais importante do porteiro e a mais barata. Com ele, o profissional de portaria interage e evita o contato direto com uma pessoa estranha, evitando surpresas;
- É aconselhável estabelecer cartões de identificação para o acesso de veículo à garagem ou selos adesivos para fixação no pára-brisa;
- O aluguel de vagas na garagem para pessoas estranhas ao condomínio deve ser
Evitado;
- Procure esclarecer sempre aos moradores os procedimentos de segurança e pedir a colaboração de todos;
- Informe os moradores sempre que um empregado for admitido ou substituído;
- Evitar a rotatividade de funcionários é uma grande contribuição para a segurança do condomínio.

Dicas para os porteiros:

- Procure conhecer todas as instalações do condomínio. Isso melhora sua vida nos momentos de crise e no auxílio aos moradores;
- Fique atento para alterações na rotina do edifício. Avise ao síndico o que parecer fora
do comum;
- Não fique do lado de fora do prédio, ou próximo à grade. Não deixe portas e portões abertos;
- Colocar o lixo na calçada, varrer a calçada, e outros serviços, devem ser feitos em horários diferentes, para que a rotina não seja percebida. Fique sempre atento ao que acontece em volta;
- Não converse com estranhos e, de maneira nenhuma, forneça informações sobre o condomínio e os moradores;
- Nunca permita que pessoas estranhas usem o banheiro do condomínio;
- Não se impressione com boa aparência e suposta autoridade. Muitos assaltantes procuram parecer pessoas de alto nível social;
- Entregadores só devem entrar no prédio após você confirmar com o morador;
- Antes de abrir a porta, observe se existem pessoas próximas em atitude suspeita;
- Exija a identificação dos empregados de concessionárias de serviços. Se for necessário, confirme, por telefone, se o empregado é realmente da concessionária.
Fonte: Bom Dia Brasil.

4 de jun de 2012

Brasileiros preferem financiar na hora de comprar um imóvel

De acordo com dados da Câmara Brasileira da Construção Civil, os brasileiros terão cerca de R$ 160 bilhões em crédito imobiliário para adquirir a casa própria ou comprar outro imóvel em 2012. A expectativa é que o montante financie aproximadamente 1,6 milhão de imóveis. “Mesmo sendo apenas estimativas, os números são positivos para o setor”, considera Carlos Samuel Silva Freitas, diretor comercial e de locações da PRIMAR Administradora de Bens, que inaugurou recentemente a sua filial na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

O cálculo com relação ao valor do crédito imobiliário para o Brasil neste ano foi feito com base no saldo de 2011 – que ficou entre R$ 120 e R$ 130 bilhões – e a previsão de crescimento de 20% a 25%. No país os meios de financiamento habitacional mais usados são o FGTS, que possui juros menores, e o Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que usa o dinheiro da poupança. “O SFH é mais utilizado do que o FGTS, mesmo assim os dois recursos são opções importantes para o consumidor, que tem dificuldade de comprar imóveis à vista”, observa.

Não há dúvidas de que a forma mais vantajosa de comprar um imóvel é pagando o valor à vista e em dinheiro. Mesmo com a redução dos juros e o crescimento do acesso ao crédito imobiliário, não existe nenhuma forma de financiamento que seja melhor do que o pagamento em dinheiro. “É necessário ter disciplina para reservar um pouco do salário todos os meses de olho no futuro. A colocação do que foi guardado em aplicações mais conservadoras, como a Poupança, é uma maneira de economizar e juntar o valor necessário para o investimento”, afirma.

O especialista ressalta que o ideal é fazer uma simulação no banco para saber quanto custaria a prestação do imóvel e dar início ao investimento poupando um valor semelhante ao que seria pago nas prestações de um financiamento. Se a família estiver pagando aluguel, uma saída é verificar se o valor pago é o mesmo que seria cobrado ao financiar um imóvel. “Se a resposta for positiva, sem dúvida alguma vale mais a pena pagar algo que um dia será seu do que ficar investindo em uma moradia provisória, sem a garantia de estabilidade”, enfatiza.

Freitas lembra que o financiamento de um imóvel é uma dívida alta e deve sempre ser prioridade – a prestação deve ser paga primeiro do que as outras despesas mensais, especialmente se o orçamento estiver apertado. Este cuidado evita transtornos que podem colocar o investimento em risco. “Na hora de fazer as contas, a quantia para o pagamento do financiamento imobiliário deve ser separada. Para não passar apuros, é recomendado analisar o verdadeiro padrão de vida, para não dar um passo maior que a perna e tropeçar”, avisa o especialista.

Outra dica é ter guardada uma reserva estratégica para utilizar em casos de emergência ou eventualidades, como perda do emprego ou gastos com a saúde. Os imprevistos podem por tudo a perder se não houver precauções. “Este é um compromisso de extrema importância e deve ser honrado ao máximo. Se as prestações começarem a ficar pesadas demais é necessário revisar as despesas e equilibrar o orçamento. São os pequenos gastos que, somados, podem causar um desequilíbrio financeiro na família. Não espere a situação ficar crítica, ao menor sinal de dificuldade é preciso rever as despesas”, evidencia.

O futuro proprietário do imóvel não deve esquecer do sinal de entrada do negócio e que existem outros gastos que são incluídos no valor das parcelas mensais. O seguro de vida e de dados no imóvel correspondem de 7% a 10% do valor da prestação e são obrigatórios. Sem contar que para aprovação do financiamento são cobradas taxas de análise do crédito, avaliação do imóvel, custo do registro do contrato em cartório e o Imposto de Transmissão de Bens Intervivos (ITBI). “Estes tributos de legalização dos documentos custam cerca de 2% do valor total do bem”, acrescenta.
Fonte:http://bagarai.com.br

Férias e festas exigem cuidados com a segurança de casas e condomínios


Nas férias e festas, segurança da casa vai de cuidados simples a sistemas tecnológicos

Férias e festas combinam muito bem com viagem, porém, o proprietários de imóveis não podem deixar a segurança de lado. Segundo o vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), Hubert Gebara, a insegurança é o principal problema que aflige os moradores.

De acordo com Gebara, é preciso dobrar o estado de atenção em períodos como este. Além disso, ele acrescenta que o papel do síndico é fundamental nessa ocasião. “É ele que deve ajudar na conscientização dos condôminos para situação de risco”, explica.

No caso das residências, pequenas atitudes também aumentam a segurança, como as dicas básicas trancar portas e janelas, fechar os registros de água e gás e também desligar o quadro geral de luz.

De olho na segurança
A guarita e a garagem são os pontos mais vulneráveis das residências. Segundo Gebara, no caso da guarita, ela é o coração do condomínio, ou seja, “se a guarita cai, o condomínio também cai”.

Já as garagem são os alvos de 80% das invasões a condomínios, revela pesquisa realizada pelo Secovi-SP em parceria com empresas de vigilância. Segundo o Sindicato, o controle dessas áreas demanda aparato eletrônico, sem esquecer das áreas comuns, muros e arredores.

Criar um esquema de segurança integrada entre os condomínios também pode ajudar, já que, se um porteiro estiver impossibilitado de acionar os esquemas de segurança, o porteiro do condomínio mais próximo pode fazer isso.

O Secovi-SP também separou outras dicas que vale à pena seguir. Confira abaixo:

1. Antes de sair, teste o sistema de segurança interno, se houver;

2. Peça para deixar as correspondências na portaria e suspenda a entrega de jornais e revistas;

3. Deixe a chave e um telefone de contato com parente ou amigo, de preferência que não more no local;

4. Não entregue suas chaves a pessoas fora do círculo familiar e não as deixe na portaria;

5. Não informe a data de retorno aos funcionários do condomínio;

6. Deixe algum vizinho avisado de sua ausência, pois ele poderá observar alguma irregularidade em sua residência;

7. O síndico deve evitar dar férias aos funcionários neste período, para não desfalcar o quadro.

8. O zelador deve testar os sistemas de segurança e alarmes;

9. Funcionários não devem dar informações a ninguém sobre quem está viajando e o período de ausência;

10. O condômino tem de acender a luz interna do veículo ou abaixar o vidro ao chegar. Isso facilita o reconhecimento do motorista, evitando a entrada de invasores que poderiam ter tomado o controle do carro. Também deve avisar sobre as visitas e entregas que vai receber, bem como confirmar com exatidão na portaria (antes de descer) o assunto de que se trata e a identificação correta da pessoa que está à sua espera;

11. O morador deve ainda respeitar as regras do condomínio quando for realizar festas. Um vigia extra é recomendável, dependendo do tamanho do evento.
Fonte:www.mulher.uol.com.br