29 de set de 2014

Aprenda escolher o extintor de incêndio adequado.

VOCÊ SABE COMO ESCOLHER UM EXTINTOR?
Aprenda como escolher o extintor de incêndio adequado para suas necessidade e estabelecimento.
O quadro abaixo apresenta para você que para cada tipo de material que queima é preciso usar um tipo de extintor de incêndio especifico, veja:

TIPOS DE EXTINTORES 
Classificações de um incêndio
Classe A - são materiais de fácil combustão com a propriedade de queimarem em sua superfície e profundidade, e que deixam resíduos, como: tecidos, madeira, papel, fibras, etc.;
Classe B - são considerados os inflamáveis os produtos que queimem somente em sua superfície, não deixando resíduos, como óleo, graxas, vernizes, tintas, gasolina, etc.;
Classe C - quando ocorrem em equipamentos elétricos energizados como motores, transformadores, quadros de distribuição, fios, etc.
Classe D - elementos pirofóricos como magnésio, zircônio, titânio

EXTINTOR DE ÁGUA PRESSURIZADA
 Pressão Permanente
Não é provido de cilindro de gás propelente, visto que a água permanece sob pressão dentro do aparelho. Para funcionar é necessário abrir o registro de passagem do líquido extintor.
para usar  retire o pino de segurança. Segure a mangueira e apertar o gatilho, mire o jato em direção ao fogo. Uso excluisvo para madeira, papel, fibras, plásticos e similares.
 
EXTINTOR DE ÁGUA
Pressão Injetada
A água é o agente extintor  mais comum. Usa-se a como neblina para o resfriamento de superfícies líquidas; emulsificaçõeo de óleo; proteção de pessoas, estruturas, máquinas e equipamentos; diluindo (alcools, amônia); e absorção do calor desprendido na combusão.
A água, contudo, não deve ser usada em incêndios que envolvam: equipamentos elétricos energizados; materiais reativos com a água (carbonatos, peróxidos, sódio metálico, pó de magnésio, etc); e gases liquefeitos por resfriamento.Para usar o extintor:
 
Para usar:
retire a trava ou o pino de segurança;
Empunhe a mangueira; Mire no fogo e dispare
 
EXTINTOR  PARA INCÊNDIO de CLASSE B
Em caso de Incêndios de classe B , deve usar espuma , pó comum, também conhecido como Pó BC, dióxido de carbono,  gás carbônico ou CO².
 
Para usar:
Vá com segurança até o líquido em chamas, com o extintor invertido (de cabeça para baixo) direcione o jato para o liquido de forma que o cubra como uma manta.
 
EXTINTOR DE PÓ QUÍMICO SECO
Pode ser o Bicarbonato de Sódio ou de Potássio que são tratados para absorver a umidade. O propulsor pode ser o Gás carbônico ou Nitrogênio. O agente extintor cria uma nuvem que exclui o oxigênio e logo depois são acrescidos à nuvem, Gás carbônico e o Vapor de água devido a queima do Pó.
 
EXTINTOR DE GÁS CARBÔNICO (CO2)
Atua sobre o fogo em que a eletricidade  esta presente. É usado em  pequenos focos de fogo em líquidos inflamáveis (classe B) e em equipamentos energizados (classe C).
O Gás Carbônico não conduz eletrecidade.
 
Para Usar:
quebre o lacre e remova o pino
Segure  difusor e aperte o gatilho com a mão esquerda;
Acione a válvula com o jato votado para base do fogo;
 
EXTINTORES DE PÓ MULTI-USO OU PÓ-ABC
Para as três classes extintoras.
Lembre-se que o extintor de incêndios só serve para o início de um incêndio, quando o fogo ainda é pequeno.
Fonte:http://guaruchama.com.br

23 de set de 2014

Problema com construtoras pode ser resolvido no processo de conciliação

Conciliação permite que tudo seja resolvido sem passar pela Justiça.
Processo chega a ser mais barato e mais rápido do que um processo.

Problemas relacionados a obras de engenharia não precisam ser resolvidos na Justiça. Um serviço gratuito de conciliação, em alguns estados, ajuda a fechar acordos.
O circuito de segurança do condomínio registrou o perigo: um pedaço do prédio despenca de uma altura de quase 30 metros. E não foi a primeira vez que isso aconteceu. "Uma vez caiu do andar inferior e, da última vez, caiu da cobertura", conta o síndico Frederico Militão.

A solução demora e é cara. Além de custas e honorários de advogados, ainda é preciso gastar com perícia técnica. E o tempo de espera é de, no mínimo, cinco anos.
Problemas com a construtora, com a obra do vizinho, o vazamento no andar de cima. Tudo isso pode ser resolvido de uma forma mais rápida, sem passar pela Justiça, em um simples processo de conciliação.
Por enquanto, só Paraná e Minas Gerais têm Câmaras de Mediação e Arbitragem dos Conselhos Regionais de Engenharia. Nesses estados, é só sentar e conversar em busca de uma solução.
Em Minas Gerais, a Defensoria Pública também participa da conciliação. Até quem já está na Justiça pode tentar um acordo no crea. a solução sai, em média, em 80 dias.
"A construtora vai estar aqui com um advogado, bem preparado. Então, a parte estando assistida pela Defensoria Pública, ela vai tar bem esclarecida dos direitos que ela tem", conta a defensora pública Débora Carvalho de Oliveira Leite.

Desde dezembro de 2012, foram mais de 200 conciliações e, de cada dez casos, oito são resolvidos. Judite mostra na entrada de casa o buraco feito pela água que vazava do quintal do vizinho. Foram seis meses de problemas até ela fazer a conciliação.
"Eu já estava ficando apavorada, e não precisou vir nenhum profissional de lá. Foi resolvido tudo através de conversa", afirma a microempreendedora Judite Ferreira de Almeida.
Fonte:g1.globo.com

15 de set de 2014

A responsabilidade de administrar condomínios

Os síndicos e os participantes do conselho gestor, seja no processo de autogestão ou por contrato com uma administradora,  devem sempre ter absoluta consciência de que administrar um condomínio significa imensa responsabilidade. Afinal, está em jogo a segurança dos moradores, no caso de empreendimento residencial, e dos trabalhadores ocupantes de conjuntos comerciais, bem como o seu conforto, mobilidade, salubridade do ambiente, integridade física das pessoas e instalações e outros aspectos importantes para a qualidade da vida.

Considerados tais pressupostos, é necessária atenção constante com vários itens a serem inspecionados. Desde a simples troca de lâmpadas queimadas, até alguns preceitos essenciais para se evitarem problemas e riscos: prevenção e proteção contra incêndios; cuidado com as marquises; atenção constante com a estrutura da edificação; manutenção periódica dos elevadores; verificação permanente da existência de vazamentos e infiltrações; e dedetização anual contra insetos, inclusive o cupim, cuja proliferação pode comprometer até mesmo o concreto.

No tocante à prevenção e proteção contra incêndio, é importante manter em dia os extintores, criar, treinar e reciclar sempre uma brigada apta a enfrentar essas situações. É recomendável, ainda, solicitar uma vistoria ao Corpo de Bombeiros sempre que modificações e reformas forem realizadas. Nesses casos, devem ser analisados o sistema hidráulico, iluminação, saídas de emergências, estruturas de proteção e a mobilidade, caso a reforma tenha alterado entradas e saídas de pedestres e de automóveis.

As marquises dos prédios também devem ser inspecionadas regularmente. A manutenção e a conservação das fachadas devem ser sempre orientadas por um engenheiro. É necessário observar a legislação de cada município com relação à periodicidade e o órgão da prefeitura ao qual o laudo estrutural deve ser entregue.
Ainda com relação à estrutura do edifício há algo absolutamente prioritário: nenhuma reforma de andar, sala comercial ou apartamento residencial, bem como em garagens e áreas comuns, deve ser feita sem a orientação e autorização de um engenheiro, a partir de análise feita na planta estrutural da obra. Alterações em paredes e colunas feitas à revelia desse procedimento podem provocar grandes problemas, inclusive desabamentos, como já tem ocorrido.

Outra recomendação significativa refere-se à sinalização interna, independentemente do porte do empreendimento, seja ele vertical ou horizontal, residencial ou comercial. Em todos os casos é essencial que todos os ocupantes fixos e os visitantes possam identificar com rapidez e clareza as portarias normais e eventuais saídas de emergência, entradas e saídas de garagens, locais de acesso às escadas e aos elevadores, localização de extintores de incêndio e mangueiras. Em empreendimentos de maior porte, como o Cetenco Plaza Torre Norte, também é aconselhável placas sinalizadoras que orientem a locomoção dos visitantes. Isso facilita muito o fluxo de pessoas, principalmente em prédios comerciais com grande movimentação de pessoas.

O controle do acesso de visitantes, obviamente proporcional ao porte do condomínio, é outro item que merece muita atenção, considerando o crescente risco de “arrastões” em edifícios. É sempre recomendável recorrer à tecnologia do controle de acesso, ter câmeras estrategicamente distribuídas nas entradas, elevadores, garagens e áreas comuns, de preferência com a alternativa de gravação das imagens. É importante que becape das imagens fique guardado em outro local, fora do condomínio, possibilitando a consulta mesmo em caso de danos aos equipamentos e arquivos.

É decisivo, ainda, que os funcionários do condomínio sejam  treinados para operar os sistemas, orientar ocupantes e visitantes, controlar o acesso de pessoas e capacitados a enfrentar emergências. Moradores ou trabalhadores, no caso de conjuntos comerciais, devem conhecer as regras e procedimentos, de modo que saibam como proceder em qualquer situação. A boa gestão é crucial para se evitarem problemas, o bom funcionamento dos equipamentos, a melhor convivência das pessoas, preservação e valorização do imóvel.
Fonte:viva o condominio

9 de set de 2014

Cuidados no uso do elevador

O elevador é uma máquina de transporte extremamente útil, mas seu uso requer cuidados para evitar acidentes, que muitas vezes são fatais.

O que você não deve fazer
Puxar a porta do pavimento sem a presença da cabine no andar;
Apressar o fechamento das portas;
Apertar várias vezes o botão de chamada;
Chamar vários elevadores ao mesmo tempo;
Fumar dentro do elevador;
Movimentos bruscos dentro do elevador;
Lotar o elevador com o peso acima do permitido;
Bloquear o fechamento das portas com objetos;
O excesso de lotação e de carga é perigoso e acarreta desgaste prematuro do equipamento.

Crianças
O elevador não é lugar de brincadeiras, portanto oriente as crianças para:
Não acionar os botões desnecessariamente;
Não dar pulos ou fazer movimentos bruscos dentro da cabine;
Nunca colocar as mãos na porta;
Não entrar primeiro no elevador, assim que a porta se abre.
Evite que elas usem o elevador sozinhas.
Exija da empresa de conservação que o acesso à porta do elevador seja bloqueado quando ele estiver em reparos ou revisão técnica.

Se o elevador parar entre dois andares...
Os ocupantes devem:
Manter a calma, pois o perigo não é iminente;
Acionar o botão de alarme e/ou utilizar o interfone para pedir ajuda;
Solicitar que chamem o zelador e, se necessário, a empresa conservadora ou o Corpo de Bombeiros;
Aguardar com calma.
Importante: Não force as portas nem tente sair por conta própria!
Se o elevador parar entre andares e a porta abrir, não tente sair pela abertura. O elevador pode voltar a funcionar no momento em que você estiver saindo. Aguarde a sua estabilização;
Nunca se afobe ao tomar o elevador;
Quando a porta do elevador abrir, preste atenção. Antes de entrar, verifique que a cabine do elevador está no andar. Falhas mecânicas permitem, às vezes, que a porta abra sem a presença do elevador, o que já provocou muitos acidentes fatais;
Entre no elevador e saia dele devagar, para evitar colisão com outros usuários. Não tente entrar no elevador enquanto os ocupantes estiverem saindo;
Ao entrar no elevador e ao sair dele, cuidado para não tropeçar nos degraus que se formam quando ele para desnivelado com o pavimento.

Incêndio
Em caso de incêndio, não utilize os elevadores.
O abandono do edifício deve ser feito pelas escadas, obedecendo ao plano de abandono.
Acidentes com elevadores são mais freqüentes do que se supõe. Os mais comuns são ocasionados pelo uso da chave de abertura emergencial de portas, por pessoas leigas, e posterior não travamento da porta, além do uso inadequado do equipamento, brincadeiras dentro da cabine e resgate inadequado de passageiros.
Todo prédio com elevador tem a obrigatoriedade de contratar uma empresa para fazer a manutenção.

O que exigir de empresa de manutenção
Ao contratar uma empresa de manutenção de elevadores, exigir o registro na Prefeitura e desconfiar de preços muito abaixo dos oferecidos no mercado.
Fazer constar do Contrato de Manutenção revisão preventiva mensal dos elevadores e uma vez por ano uma vistoria completa.
Pedir, a cada inspeção, a ordem de serviço devidamente assinada.
Verifique se os engenheiros responsáveis possuem registro no CREA.
É obrigatório que a empresa tenha um engenheiro responsável.
A empresa também deve possuir registro no CREA
Os elevadores devem passar por manutenção mensalmente.
Quando o elevador estiver em manutenção, as chaves de energia elétrica devem ser desligadas e o local em manutenção deve ser sinalizado para informar moradores e funcionários.
Pesquisas mostram que é no dia da manutenção que ocorre a maior incidência de acidentes e todo o cuidado é pouco, principalmente com a troca de horário de funcionários, placas de sinalização devem ser colocadas na garagem e no térreo, avisos devem ser afixado nas portas dos elevadores.

Observando o equipamento
Verifique sempre se as normas de segurança estão devidamente cumpridas:
O elevador não deve parar além de 5cm do nível do andar.
Parar entre os andares ou dar trancos.
Fio desencapado também é motivo de alerta.
Atenção em poças de óleo no chão ou infiltrações na casa das máquinas.
 
Se o elevador do seu prédio apresenta desnível de cabine, está parando entre dois andares, andando com a porta aberta ou com a porta sem abrir, deve ser interditado e a empresa de manutenção imediatamente acionada, porque são estes os principais sintomas de que o equipamento está com problema sério.
As brincadeiras dentro do elevador provocam 10% dos acidentes. Pular, balançar ou forçar a abertura da porta provoca parada da cabine desnivelada, ocasionando o acidente.
Não permita o acesso de estranhos ou moradores na casa de máquinas ou poço de elevador;
Não permita o uso da casa de máquinas como almoxarifado para guardar materiais do prédio, estranhos ao elevador;
Tenha a chave da casa de máquinas guardada em segurança e verifique periodicamente se a porta, que deve permanecer trancada, não foi forçada.
Fonte:http://www.bombeiros.pr.gov.br