19 de fev de 2016

Como apurar e responsabilizar morador que cometeu ato antissocial ou crime no condomínio e minimizar consequências?

A maioria dos crimes ocorridos em condomínios residenciais não chega aos ouvidos da polícia e nem dos veículos de comunicação. Somente casos mais graves, como arrastões promovidos por quadrilhas especializadas, acabam tendo registro policial e notoriedade.   
Rotineiramente, temos nos prédios os mais variados problemas de convivência entre moradores. Excesso de barulho, vagas de garagem e atitudes antissociais são os mais comuns. Não podemos esquecer dos furtos no interior de veículos e do uso de entorpecentes nas áreas comuns ou até mesmo dentro das unidades, mas que incomoda o vizinho no tocante ao cheiro exalado pela maconha, por exemplo.


Em alguns edifícios, as escadas são usadas para práticas sexuais e até mesmo para necessidades fisiológicas. Todo esse arcabouço de contravenções e delitos deixa o clima tenso, gerando, assim, inimizades entre moradores e também em relação ao zelador e funcionários da portaria.
Ministro treinamento e capacitação para vigilantes e porteiros; desses profissionais já ouvi relatos de casos escabrosos, onde moradores estressados, alguns avessos às normas de segurança ou aqueles que desejam somente comodidade, passam a ofender e destratar os funcionários do local, atitude que caracteriza o assédio moral, se ocorrer de forma repetida. Não raro, são praticados também os crimes de ameaça e contra a honra dos colaboradores.

Todas essas questões desaguam nas assembleias de moradores. Em algumas delas, o clima é de muita tensão, bate-boca, acusações levianas e até vias de fato pode chegar a acontecer. Soube de casos que o síndico teve que contratar vigilantes, pois tinha receio que o pior acontecesse em reunião com os moradores.
A contratação de cinegrafista para registrar tudo o que acontece durante a assembleia também não é incomum. É de se lembrar que no último ano, só em São Paulo, um síndico e um zelador foram assassinados por condôminos.

Para minimizar esses problemas, entendo que  administração do condomínio deve instalar câmeras de segurança nas entradas e saídas de pessoas, veículos e mercadorias. Esse investimento deve prosseguir nos elevadores, salão de festas, academia de ginástica e na garagem. O primeiro aspecto positivo é o inibitório. Por diversas vezes fui procurado por síndicos que reclamavam de danos promovidos no interior dos elevadores. Indico sempre a instalação de câmeras. Normalmente, segundo relatos, nenhum risco ou dano ocorre depois dessa providência.

Se as câmeras não tiverem o condão de inibir fato criminoso ou antissocial, terão o poder de apontar quem está com a razão ou quem promoveu o distúrbio ou até mesmo fato criminoso.
Sugiro também a criação do chamado Livro de Ocorrências Gerais, que ficará à disposição dos moradores para, através de breve histórico,  solicitarem providências do síndico em relação a desavenças, reclamações quanto a funcionários, funcionamento do condomínio e sugestões.

A administração do prédio deve ainda disponibilizar e-mail para que os moradores possam enviar informe de qualquer tipo de problema sofrido, anexando fotos e áudio, sempre que possível.
A prevenção também deve estar presente nas punições aos infratores das normas do local. Muita gente só respeita mesmo quando sente o peso da multa no bolso.
Fonte:http://tudosobreseguranca.com.br/

PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO

 

PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO: Somente alguns incêndios acontecem pela intempéries, podemos dizer que não são decorrente de falhas. Observamos que na seguintes situações as falhas humanas são as causadoras da maioria dos incêndios, e que estas por sua vez são evitáveis.

Fogos de artifício
 

Tal com ocorrem com os balões, os fogos de artifícios também são causadores de incêndio, alem de causarem inúmeros acidentes geralmente as crianças são as principais vitimas, por não saberem utilizar os fogos de artifício e alguns por defeito do material.

Displicência ao cozinhar

As donas de casa, não conhecem os riscos de incêndios e deixam os alimento fritando ou cozinhado por tempo superior ao necessário vindo a causar incêndio ou mesmo, colocando alimento com água vapores do óleo saiam do recipiente, indo até as chamas do fogão e incendiando o combustível na panela.

Negligências com fósforo

Não só as crianças, mas também os jovens e adultos não dão a devida atenção á correta utilização dos fósforos, produzindo centelhas em locais com presença de gás ou mesmo livrando-se do palito ainda em chamas, provocando com essas atitudes muitos incêndios. Devemos ao utilizar o fósforo, apagá-los e quebrá-los antes de jogar fora e guardá-los longe do alcance das crianças.

Velas, lamparinas, e outras fontes de iluminação á chama aberta sobre móveis ou locais inadequados. Muitas vezes são colocados sobre móveis, diretamente sobre a madeira ou tecidos. No caso da vela, esta poderá queima-se até atingir o móvel e incendiá-lo; a lamparina por conter em seu interior querosene ou outro liquido inflamável, a situação e ainda mais grave e a ocorrência de um incêndio acontecerá se a lamparina entornar ou derramar o combustível. Quando for usar uma vela, deve-se colocar sobre um pires ou prato, enviando o contato sobre o material combustível.

Vazamento de gás liquefeito de petróleo (GLP)

O gás e um acelerador de incêndio em potencial. Comumente, ocorre a seguinte situação:

Próximo ao fogão são colocados botijões de gás, tanto que está em uso quanto ao de reserva. O botijão de gás, em uso fica permanentemente conectado ao fogão, por meio de um tubo plástico que incendeia com a facilidade, em razão do material de que e construído. Incendiado o tubo de plástico, teremos incendiado gás, pois o registro esta na posição de aberto. O botijão de reserva, que está ao lado poderá receber calor suficiente para romper a válvula de segurança e ai teremos incendiados os dois botijões, e dai a propagação do fogo por toda a edificação.

Devemos se for possível, colocar os botijões, de gás fora da residência, conectando-o fogão por uma mangueira longa, passando por um orifício, na parede. O botijão de reserva deverá ficar guardado fora da residência.

Métodos de extinção de incêndios

Resfriamento: O resfriamento ou controle do calor, é o método de extinção mais usado, consiste em retirar o calor do material incendiado até o ponto de combustão ou abaixo dele. Á água é um dos melhores corpos obsorventes de calor, motivo pelo qual é utilizada na extinção de incêndio por resfriamento.

Abafamento: O abafamento ou controle do comburente, é um dos métodos de extinção mais difíceis de ser aplicado pois, a não serem pequenos incêndios que pode ser abafados ou cobertos com tampas de vasilhas, panos, cobertores, areia, etc... necessita de equipamentos e produtos específicos para sua obtenção. Consiste na eliminação ou diminuição do oxigênio das proximidades imediatas do combustível, e deste modo interrompe o tetraedro do fogo.

Retirada do material: É o método de extinção mais simples na sua realização pois e executados com a força física e com meios improvisados. Não exige aparelhos especializados, consiste na retirada ou interrupção do campo de propagação do fogo.

Como exemplo temos os aceiros executados nos casos de incêndios em matas canaviais, campos, etc..., que interrompem a continuidade do fogo, fechamento de registro de botijão do gás quando a mangueira de condução encontra-se rompida.

CLASSIFICAÇÃO DOS INCÊNDIOS E CARACTERÍSTICAS

CLASSE

TIPO DE COMBUSTÍVEL

EXEMPLO

A

Combustíveis sólidos, queimam em superfície e profundidade, após a queima deixam resíduos, como brasas, cinzas, carvão madeira, papéis, tecidos, carpetes

B

Combustíveis líquidos, queimam somente em superfície, após a queima não deixam resíduos. gasolina, querosene, álcool, acetona

C

O incêndio classificado como ""c"", quando nele há a existência de corrente elétrica. motores, painéis, cabos, condutores

D

São caracterizados pela necessidade de aplicação de produtos químicos especiais para cada material que queima, como exemplo: magnésio, potássio, titânio, zinco, sódio

E

Incêndio onde haja a presença de produtos ou equipamento com carga de radioatividade raio-x

Manutenção e cuidados com os aparelhos extintores

Considerando que os aparelhos extintores são as primeiras armas ao combate a incêndios e dependendo da sua utilização rápida e adequada , para eliminar os focos de incêndio á sua primeira manifestação, listaremos, a seguir alguns cuidados essenciais para com os aparelhos extintores.

- Devem ser instalados em locais de circulação, próximo a porta, fora de lances de escada e atrás de porta.

- De forma que fiquem sempre desobstruídos, visíveis e sinalizados para permitir fácil acesso ao mesmo.

- De forma adequada á extinção dos tipos de incêndios, que possam ocorrer dentro de sua área de proteção.

- Com sua parte superior, no máximo, a 1,60 (um metro e sessenta centímetros) de altura, em relação o piso acabado.

Os aparelhos extintores, devem receber atenção especial, no que se refere a manutenção cuidados estes que deve ser realizados periodicamente, os quais são.

a) Semanalmente:

- Verificar se os aparelhos não está obstruídos, verificar a carga do aparelho, tanto na pesagem como na observação do lacre de segurança, verificando se não está rompido, caso apresente perda de peso maior que 10% deve ser carregado imediatamente.

b) Anualmente:

Descarregar o aparelho e examinar o estado geral, efetuar a recarga e inspeção dos componentes, como válvulas, mangueiras, difusores, esguichos, etc.

c) qüinqüenalmente (5 em 5 anos)

O aparelho deve ser submetido a pressão hidrostática, para verificar a integridade física do cilindro.

João Neri

 

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