24 de fev de 2016

Confira os dez problemas mais comuns em condomínios

Os edifícios têm uma serie de assuntos que geram conflitos entre os condôminos. As especialistas Cristina Muccio Guidon e Evelyn Roberta Gasparetto, autoras do livro “Administrando Condomínios“, falam sobre esses principais problemas encontrados em condomínios e indicam soluções práticas para o bom convívio entre os moradores. Confira:

Brigas entre vizinhos: Problemas como barulho, animais, garagens, desrespeito aos horários, o síndico deve administrar respeitando o regulamento interno e a convenção do condomínio. Dessa forma estará amparado nas decisões a serem tomadas, bem como as eventuais punições a serem aplicadas.

Fundo de reserva: Muitos moradores têm dúvidas sobre o que é o fundo de reserva e sua utilização. A convenção do condomínio determina o percentual que costuma variar entre 5% a 10% do valor do condomínio, sendo recomendável mantê-lo em uma conta separada daquela utilizada para as despesas ordinárias. Sua utilização é para casos emergenciais e deve ser recomposto após a sua utilização e levado esse assunto para assembleia para conhecimento dos condôminos.

Omissão do conselho fiscal: O conselho fiscal, por uma situação política, pode prejudicar o síndico, ou seja, não assinar as pastas ou até esquecer-se de fazê-las, por não se importar muito com a situação, o que traz para o síndico uma responsabilidade ainda maior e isolada.

Reformas e o quorum necessário: Muitos condomínios sofrem com esta situação, pois é necessário cumprir os quoruns para as obras, no entanto, os moradores podem não colaborar e não comparecer em assembleias para esta resolução. Isso traz um retrocesso para o próprio condomínio, deixando o síndico de mãos atadas, adiando e atrasando as obras.

Redução de custos: Uma das maiores preocupações de quem mora em condomínios é o valor da taxa condominial. Para que o edifício possua uma quota justa e suficiente para honrar o pagamento dos compromissos mensais como salários, impostos, água, luz, materiais, é necessário que o síndico em conjunto com o conselho fiscal trabalhem visando reduzir custos com fornecedores, diminuir o desperdício dos consumos de água e luz e estejam atentos à necessidade de horas extras dos funcionários pois essa despesa onera consideravelmente a folha de pagamentos dos edifícios.

Prestação de contas: Muitos edifícios têm problemas com a apresentação das contas do condomínio. O síndico tem por obrigação prestar contas sobre sua gestão, devendo apresentar mensalmente aos moradores um demonstrativo claro e de fácil entendimento da movimentação financeira do condomínio, detalhando os recebimentos e pagamentos. Além disso, anualmente, essas contas devem ser aprovadas pelos condôminos.

Segurança: Os assaltos nos condomínios têm se tornado frequentes. O cuidado a ser tomado tem que ser prévio, na contratação de funcionários, ou então, na verificação das pessoas que a empresa terceirizada envia, e até mesmo com a própria empresa de segurança, de câmeras, portões e alarmes. Além disso, os moradores deveriam combinar um sinal, alguma posição de estacionar o carro que demonstre que aquela pessoa que entrou junto, não é um convidado e sim um assaltante.

Ninguém quer assumir como síndico: É difícil, já que na verdade, a responsabilidade é muito grande. Neste caso, melhor seria proporem a contratação de um síndico profissional.

O síndico não está cuidando do condomínio como deveria: Neste caso, o ideal é que seja formada uma comissão de moradores que, posteriormente à verificação dos problemas não resolvidos, organize uma reunião pedindo soluções. No entanto, em caso de negativa, melhor a destituição do síndico com a substituição por um outro profissional.

O síndico está fazendo obras sem consultar ninguém: Esta é uma atribuição do conselho fiscal. O morador que não fizer parte do conselho pode procurar um membro do conselho e solicitar explicações a respeito. A partir daí, todos podem ser reunir e verificar não só as obras, como os orçamentos, os pagamentos feitos, e se as mesmas estão contribuindo para o condomínio.
Fonte: revista.zapimoveis

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PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO

 

PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO: Somente alguns incêndios acontecem pela intempéries, podemos dizer que não são decorrente de falhas. Observamos que na seguintes situações as falhas humanas são as causadoras da maioria dos incêndios, e que estas por sua vez são evitáveis.

Fogos de artifício
 

Tal com ocorrem com os balões, os fogos de artifícios também são causadores de incêndio, alem de causarem inúmeros acidentes geralmente as crianças são as principais vitimas, por não saberem utilizar os fogos de artifício e alguns por defeito do material.

Displicência ao cozinhar

As donas de casa, não conhecem os riscos de incêndios e deixam os alimento fritando ou cozinhado por tempo superior ao necessário vindo a causar incêndio ou mesmo, colocando alimento com água vapores do óleo saiam do recipiente, indo até as chamas do fogão e incendiando o combustível na panela.

Negligências com fósforo

Não só as crianças, mas também os jovens e adultos não dão a devida atenção á correta utilização dos fósforos, produzindo centelhas em locais com presença de gás ou mesmo livrando-se do palito ainda em chamas, provocando com essas atitudes muitos incêndios. Devemos ao utilizar o fósforo, apagá-los e quebrá-los antes de jogar fora e guardá-los longe do alcance das crianças.

Velas, lamparinas, e outras fontes de iluminação á chama aberta sobre móveis ou locais inadequados. Muitas vezes são colocados sobre móveis, diretamente sobre a madeira ou tecidos. No caso da vela, esta poderá queima-se até atingir o móvel e incendiá-lo; a lamparina por conter em seu interior querosene ou outro liquido inflamável, a situação e ainda mais grave e a ocorrência de um incêndio acontecerá se a lamparina entornar ou derramar o combustível. Quando for usar uma vela, deve-se colocar sobre um pires ou prato, enviando o contato sobre o material combustível.

Vazamento de gás liquefeito de petróleo (GLP)

O gás e um acelerador de incêndio em potencial. Comumente, ocorre a seguinte situação:

Próximo ao fogão são colocados botijões de gás, tanto que está em uso quanto ao de reserva. O botijão de gás, em uso fica permanentemente conectado ao fogão, por meio de um tubo plástico que incendeia com a facilidade, em razão do material de que e construído. Incendiado o tubo de plástico, teremos incendiado gás, pois o registro esta na posição de aberto. O botijão de reserva, que está ao lado poderá receber calor suficiente para romper a válvula de segurança e ai teremos incendiados os dois botijões, e dai a propagação do fogo por toda a edificação.

Devemos se for possível, colocar os botijões, de gás fora da residência, conectando-o fogão por uma mangueira longa, passando por um orifício, na parede. O botijão de reserva deverá ficar guardado fora da residência.

Métodos de extinção de incêndios

Resfriamento: O resfriamento ou controle do calor, é o método de extinção mais usado, consiste em retirar o calor do material incendiado até o ponto de combustão ou abaixo dele. Á água é um dos melhores corpos obsorventes de calor, motivo pelo qual é utilizada na extinção de incêndio por resfriamento.

Abafamento: O abafamento ou controle do comburente, é um dos métodos de extinção mais difíceis de ser aplicado pois, a não serem pequenos incêndios que pode ser abafados ou cobertos com tampas de vasilhas, panos, cobertores, areia, etc... necessita de equipamentos e produtos específicos para sua obtenção. Consiste na eliminação ou diminuição do oxigênio das proximidades imediatas do combustível, e deste modo interrompe o tetraedro do fogo.

Retirada do material: É o método de extinção mais simples na sua realização pois e executados com a força física e com meios improvisados. Não exige aparelhos especializados, consiste na retirada ou interrupção do campo de propagação do fogo.

Como exemplo temos os aceiros executados nos casos de incêndios em matas canaviais, campos, etc..., que interrompem a continuidade do fogo, fechamento de registro de botijão do gás quando a mangueira de condução encontra-se rompida.

CLASSIFICAÇÃO DOS INCÊNDIOS E CARACTERÍSTICAS

CLASSE

TIPO DE COMBUSTÍVEL

EXEMPLO

A

Combustíveis sólidos, queimam em superfície e profundidade, após a queima deixam resíduos, como brasas, cinzas, carvão madeira, papéis, tecidos, carpetes

B

Combustíveis líquidos, queimam somente em superfície, após a queima não deixam resíduos. gasolina, querosene, álcool, acetona

C

O incêndio classificado como ""c"", quando nele há a existência de corrente elétrica. motores, painéis, cabos, condutores

D

São caracterizados pela necessidade de aplicação de produtos químicos especiais para cada material que queima, como exemplo: magnésio, potássio, titânio, zinco, sódio

E

Incêndio onde haja a presença de produtos ou equipamento com carga de radioatividade raio-x

Manutenção e cuidados com os aparelhos extintores

Considerando que os aparelhos extintores são as primeiras armas ao combate a incêndios e dependendo da sua utilização rápida e adequada , para eliminar os focos de incêndio á sua primeira manifestação, listaremos, a seguir alguns cuidados essenciais para com os aparelhos extintores.

- Devem ser instalados em locais de circulação, próximo a porta, fora de lances de escada e atrás de porta.

- De forma que fiquem sempre desobstruídos, visíveis e sinalizados para permitir fácil acesso ao mesmo.

- De forma adequada á extinção dos tipos de incêndios, que possam ocorrer dentro de sua área de proteção.

- Com sua parte superior, no máximo, a 1,60 (um metro e sessenta centímetros) de altura, em relação o piso acabado.

Os aparelhos extintores, devem receber atenção especial, no que se refere a manutenção cuidados estes que deve ser realizados periodicamente, os quais são.

a) Semanalmente:

- Verificar se os aparelhos não está obstruídos, verificar a carga do aparelho, tanto na pesagem como na observação do lacre de segurança, verificando se não está rompido, caso apresente perda de peso maior que 10% deve ser carregado imediatamente.

b) Anualmente:

Descarregar o aparelho e examinar o estado geral, efetuar a recarga e inspeção dos componentes, como válvulas, mangueiras, difusores, esguichos, etc.

c) qüinqüenalmente (5 em 5 anos)

O aparelho deve ser submetido a pressão hidrostática, para verificar a integridade física do cilindro.

João Neri

 

Sugestão: Medição Individualizada de gás em condomínios: Economia e valorização do imóvel

MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA DE GÁS PROPORCIONA ECONOMIA E COMODIDADE Liquigás Distribuidora disponibiliza sistema para 11 estados e Distrito...