12 de mai de 2016

Confira 10 dicas para evitar multas no condomínio

Não alterar a fachada e a área comum são dicas básicas.
Respeitar os horários de silêncio estabelecidos na Convenção é importante.
Morar em condomínios é uma opção que exige saber viver em comunidade e, principalmente, respeitar o espaço alheio e o coletivo. Como medida para evitar que certas atitudes atrapalhem o convívio, os condomínios costumam multar quem faz barulho fora de hora, desrespeita o espaço comum dos condôminos, entre outras transgressões à convenção coletiva.

Saber respeitar as regras do condomínio, a privacidade e liberdade dos demais moradores é imprescindível para uma boa convivência e também para evitar multas. No caso de imóveis locados, é muito comum que o síndico entre em contato com a imobiliária para relatar o problema e pedir que a empresa tome uma medida.
“Brigas e discussões entre família, que perturbam o silêncio, e cachorros de grande porte em apartamentos são algumas das principais causas de desavenças entre vizinhos. Apesar de não ser de alçada da imobiliária, alguns síndicos costumam ligar para nós para reclamar de problemas de boa convivência. Quando isso acontece, indicamos para o locador quais são seus direitos no condomínio e como ele faz para exercê-los”, conta Charles Bitencourt, diretor comercial da Betha Espaço.

Segundo Marco Aurélio, diretor da empresa Marco Condominial, administradora de condomínios, a regra número um para viver bem em um condomínio é ter bom senso. “O convívio em condomínios, que possuem áreas privativas e áreas comuns, exige civilidade e tolerância das pessoas. Outra regra importante é conhecer bem as regras do seu condomínio, como os horários para uso das áreas comuns, se pode levar visitante para a piscina ou não. Só é correto exigir os seus direitos se estiver cumprindo os seus deveres”, destacou.
Marco Aurélio acrescenta que as principais reclamações dos moradores são as que começam com a letra B. “Barulho em horário impróprio; bicho de estimação que causa incômodo aos vizinhos; e bobagens, ou seja, desconforto com situações irrelevantes que deveriam ser toleradas na convivência em condomínios”, completou o diretor.
Todo condomínio deve possuir, ao menos, a convenção, que é a norma que define os direitos e deveres dos condôminos de maneira ampla, além de descrever a estrutura da administração. Recomenda-se que os condomínios possuam um regimento interno – que é outra norma –, que regulamenta os direitos e deveres descritos na convenção e define regras de uso mais específicas, como horário para uso da sauna e procedimento para reserva do salão de festas, por exemplo. “A convenção e o regimento interno devem ser criados de maneira participativa entre os condôminos em assembleia geral, contando com a assessoria técnica de um advogado, para garantir a legalidade das regras aprovadas”, alertou Marco Aurélio.
Sem multas

Confira outras dicas para evitar multas em condomínios.
1. Não alterar a fachada: além de ocasionar multa, a construtora e o arquiteto responsável podem processar o condômino, por alteração do projeto sem autorização. Varal na varanda e plantas nos parapeitos também são proibidos, na maior parte dos condomínios.

2. Não alterar a área comum: nenhum tipo de alteração na área comum do prédio deve ser feito sem aprovação em assembléia. Se cada morador resolver decorar um ambiente da área comum da forma como achar melhor, sem consultar os outros moradores, pode ser multado também.

3. Respeitar os horários de silêncio estabelecidos na Convenção: todos prezam por uma noite de sono, seja à noite, seja de manhã bem cedo. Arrastar móveis nesses horários, gritar, ouvir música em volume alto ou fazer o cachorro latir não são ações bem vistas para quem mora em condomínio. Qualquer ato que atente contra a liberdade individual e o sossego alheio já constitui contravenção, mesmo que feita dentro do horário permitido pela “lei do silêncio”.

4. Respeitar o uso da vaga de garagem: garagem não é lugar de guardar bicicletas, carrinhos de bebê, ferramentas ou material de construção. Além de ir contra as regras condominiais e degradar o espaço, algum objeto pode sumir. Cada carro deve ocupar a sua vaga, sem extrapolar os limites. Quem não respeita as regras leva multa.

5. Respeitar o uso do elevador: é importante que o condômino se atente à segurança do condomínio. Criança pequena só pode ficar no elevado se estiver acompanhada. Para os adolescentes, vale o bom senso e o respeito: elevador não é lugar de brincadeiras. Outra questão para o uso do elevador é entender a diferença entre o social e o de serviço. O primeiro não permite o trânsito de animais, carrinhos de supermercado, lixo ou mudanças. Quem não respeitar a regra também é multado.

6. Não atirar objetos pela janela: além de correr um risco enorme de machucar alguém, é uma questão de educação e bom senso. Seja bituca de cigarro, brinquedos, alimentos ou qualquer outro objeto, esta ação é inaceitável e gera multas.

7. Sujou, limpou: quem não gosta de um ambiente limpo e seco? Se usar a churrasqueira, é importante deixá-la limpa para o próximo morador. Caso não tenha como limpar, peça ajuda ao faxineiro.
8. Quebrou, pague o conserto: acidentes acontecem, claro. O que não acontece é a compreensão dos outros moradores, quando algum objeto do condomínio é quebrado pelo uso errado. Fiscalize as crianças e os adolescentes e oriente-os para que cuidem do patrimônio.

9. Cuidado com os animais de estimação: animais em condomínios são aceitáveis, desde que a quantidade e o tamanho deles sejam compatíveis com o apartamento. Tem gente que cria cinco cachorros e sai para trabalhar o dia todo. Dessa forma, os animais sofrem maus tratos e latem sem parar, incomodando os vizinhos. Para as raças mais agressivas, o uso da focinheira é obrigatório. Deixar os animais fazerem as suas necessidades nas áreas comuns e nos jardim do condomínio também ocasiona multas.

10. Em dia de mudança, respeitar as regras estabelecidas no regulamento interno: existem algumas convenções que não permitem mudanças aos sábados e domingos. É preciso se certificar também dos horários liberados e os locais por onde a mudança pode descer, para não correr o risco de ser multado.
Fonte:http://g1.globo.com/espirito-santo

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PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO

 

PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO: Somente alguns incêndios acontecem pela intempéries, podemos dizer que não são decorrente de falhas. Observamos que na seguintes situações as falhas humanas são as causadoras da maioria dos incêndios, e que estas por sua vez são evitáveis.

Fogos de artifício
 

Tal com ocorrem com os balões, os fogos de artifícios também são causadores de incêndio, alem de causarem inúmeros acidentes geralmente as crianças são as principais vitimas, por não saberem utilizar os fogos de artifício e alguns por defeito do material.

Displicência ao cozinhar

As donas de casa, não conhecem os riscos de incêndios e deixam os alimento fritando ou cozinhado por tempo superior ao necessário vindo a causar incêndio ou mesmo, colocando alimento com água vapores do óleo saiam do recipiente, indo até as chamas do fogão e incendiando o combustível na panela.

Negligências com fósforo

Não só as crianças, mas também os jovens e adultos não dão a devida atenção á correta utilização dos fósforos, produzindo centelhas em locais com presença de gás ou mesmo livrando-se do palito ainda em chamas, provocando com essas atitudes muitos incêndios. Devemos ao utilizar o fósforo, apagá-los e quebrá-los antes de jogar fora e guardá-los longe do alcance das crianças.

Velas, lamparinas, e outras fontes de iluminação á chama aberta sobre móveis ou locais inadequados. Muitas vezes são colocados sobre móveis, diretamente sobre a madeira ou tecidos. No caso da vela, esta poderá queima-se até atingir o móvel e incendiá-lo; a lamparina por conter em seu interior querosene ou outro liquido inflamável, a situação e ainda mais grave e a ocorrência de um incêndio acontecerá se a lamparina entornar ou derramar o combustível. Quando for usar uma vela, deve-se colocar sobre um pires ou prato, enviando o contato sobre o material combustível.

Vazamento de gás liquefeito de petróleo (GLP)

O gás e um acelerador de incêndio em potencial. Comumente, ocorre a seguinte situação:

Próximo ao fogão são colocados botijões de gás, tanto que está em uso quanto ao de reserva. O botijão de gás, em uso fica permanentemente conectado ao fogão, por meio de um tubo plástico que incendeia com a facilidade, em razão do material de que e construído. Incendiado o tubo de plástico, teremos incendiado gás, pois o registro esta na posição de aberto. O botijão de reserva, que está ao lado poderá receber calor suficiente para romper a válvula de segurança e ai teremos incendiados os dois botijões, e dai a propagação do fogo por toda a edificação.

Devemos se for possível, colocar os botijões, de gás fora da residência, conectando-o fogão por uma mangueira longa, passando por um orifício, na parede. O botijão de reserva deverá ficar guardado fora da residência.

Métodos de extinção de incêndios

Resfriamento: O resfriamento ou controle do calor, é o método de extinção mais usado, consiste em retirar o calor do material incendiado até o ponto de combustão ou abaixo dele. Á água é um dos melhores corpos obsorventes de calor, motivo pelo qual é utilizada na extinção de incêndio por resfriamento.

Abafamento: O abafamento ou controle do comburente, é um dos métodos de extinção mais difíceis de ser aplicado pois, a não serem pequenos incêndios que pode ser abafados ou cobertos com tampas de vasilhas, panos, cobertores, areia, etc... necessita de equipamentos e produtos específicos para sua obtenção. Consiste na eliminação ou diminuição do oxigênio das proximidades imediatas do combustível, e deste modo interrompe o tetraedro do fogo.

Retirada do material: É o método de extinção mais simples na sua realização pois e executados com a força física e com meios improvisados. Não exige aparelhos especializados, consiste na retirada ou interrupção do campo de propagação do fogo.

Como exemplo temos os aceiros executados nos casos de incêndios em matas canaviais, campos, etc..., que interrompem a continuidade do fogo, fechamento de registro de botijão do gás quando a mangueira de condução encontra-se rompida.

CLASSIFICAÇÃO DOS INCÊNDIOS E CARACTERÍSTICAS

CLASSE

TIPO DE COMBUSTÍVEL

EXEMPLO

A

Combustíveis sólidos, queimam em superfície e profundidade, após a queima deixam resíduos, como brasas, cinzas, carvão madeira, papéis, tecidos, carpetes

B

Combustíveis líquidos, queimam somente em superfície, após a queima não deixam resíduos. gasolina, querosene, álcool, acetona

C

O incêndio classificado como ""c"", quando nele há a existência de corrente elétrica. motores, painéis, cabos, condutores

D

São caracterizados pela necessidade de aplicação de produtos químicos especiais para cada material que queima, como exemplo: magnésio, potássio, titânio, zinco, sódio

E

Incêndio onde haja a presença de produtos ou equipamento com carga de radioatividade raio-x

Manutenção e cuidados com os aparelhos extintores

Considerando que os aparelhos extintores são as primeiras armas ao combate a incêndios e dependendo da sua utilização rápida e adequada , para eliminar os focos de incêndio á sua primeira manifestação, listaremos, a seguir alguns cuidados essenciais para com os aparelhos extintores.

- Devem ser instalados em locais de circulação, próximo a porta, fora de lances de escada e atrás de porta.

- De forma que fiquem sempre desobstruídos, visíveis e sinalizados para permitir fácil acesso ao mesmo.

- De forma adequada á extinção dos tipos de incêndios, que possam ocorrer dentro de sua área de proteção.

- Com sua parte superior, no máximo, a 1,60 (um metro e sessenta centímetros) de altura, em relação o piso acabado.

Os aparelhos extintores, devem receber atenção especial, no que se refere a manutenção cuidados estes que deve ser realizados periodicamente, os quais são.

a) Semanalmente:

- Verificar se os aparelhos não está obstruídos, verificar a carga do aparelho, tanto na pesagem como na observação do lacre de segurança, verificando se não está rompido, caso apresente perda de peso maior que 10% deve ser carregado imediatamente.

b) Anualmente:

Descarregar o aparelho e examinar o estado geral, efetuar a recarga e inspeção dos componentes, como válvulas, mangueiras, difusores, esguichos, etc.

c) qüinqüenalmente (5 em 5 anos)

O aparelho deve ser submetido a pressão hidrostática, para verificar a integridade física do cilindro.

João Neri

 

Sugestão: Medição Individualizada de gás em condomínios: Economia e valorização do imóvel

MEDIÇÃO INDIVIDUALIZADA DE GÁS PROPORCIONA ECONOMIA E COMODIDADE Liquigás Distribuidora disponibiliza sistema para 11 estados e Distrito...